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Podcast do Pinguim: o Ingrediente Secreto dos Mestres

Não podemos deixar de nos impressionar pelos famosos “superlativos” do mundo. A pessoa mais rica do mundo. O homem mais rápido. O melhor jogador. A pessoa mais inteligente. São fontes de inspiração que podemos nos espelhar para conseguir alcançar nossos objetivos ao longo do prazo.

Tais inspirações, porém, frequentemente não nos revelam o outro lado da moeda: o processo de como tais indivíduos conseguiram chegar até tais patamares de excelência em uma certa habilidade. Muitos os enxergam apenas como uma mágica que de repente conseguiram chegar até lá.

A verdade, porém, é que todos estes mestres conseguiram desenvolver suas habilidades partindo de um ponto comum: a prática aplicada intensamente. Intensidade e dedicação aplicadas e repetidas constantemente. Esta é a arma secreta dos mestres. Nas palavras do coach Jim Rohn: “repetição é a mãe de toda habilidade.”

Veja neste episódio como isto se aplica no nosso “mundo real” das finanças e habilidades pessoais, e como você também pode se aferir o nível de mestre.

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Segurança demais pode ser um problema? Porque o risco também é importante

É impossível falar sobre investimentos sem mencionar a palavrinha mágica: risco. Já se fala da máxima “o retorno é proporcional ao risco” como uma medida dos investimentos, e esta é uma das maiores dificuldades para começarmos a ter o mindset correto do investidor.

Somos, por razão evolucionária, uma espécie com uma aversão ao conceito de perda, e a exposição ao risco nos apresenta um potencial para perda que normalmente preferimos evitar. Construímos toda a sociedade baseada na intenção de reduzir riscos de alguma forma de perda. De fato, estudos mostram que na média, para que alguma decisão que pode envolver alguma perda “valha a pena” psicologicamente, a recompensa a ser ganha deve ser o dobro do potencia da perda.

Com tanta orientação para evitar perdas e riscos, poderíamos pensar que evoluímos da maneira certa e que segurança nunca pode ser demais. Ou pode? Surpreendentemente, existem alguns casos onde correr risco de menos pode resultar numa perda maior do que correndo um nível de risco saudável. Embora um conceito contra-intuitivo a princípio, isto se torna compreensível quando entendemos a relação que um risco calculado possui com os retornos de alguma ventura.

Neste post iremos explorar alguns destes casos da vida real, até fora dos investimentos, através de exemplos.

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O Efeito Meio-termo, e como você é manipulado para comprar algo mais caro do que gostaria

Vendedores e marketeiros possuem várias formas sutis e não-tão-sutis para nos convencer a comprar seus diversos produtos. Como consumidores experientes, já sabemos da maioria destes truques que são quase que batidos dado a quantidade de vezes que os vemos diariamente.

  • O produto custa 19,99 e não 20,00? Yup.
  • Na compra de dois o terceiro sai de graça? Parece bom demais para ser verdade.
  • Oferta durando só até 18h de hoje? Não era o que tinham falado ontem também?

Um dos truques menos conhecidos e muito sutil, mas mesmo assim extremamente efetivo é chamado de “Efeito Meio-termo” (inglês: Compromise Effect ou Decoy Effect). Este truque consiste em isolar alguma coisa entre dois extremos como isca, e apresentar um alvo que comparativamente parece razoável.

Já viu como tudo hoje é vendido em três tamanhos P, M e G? É o efeito meio-termo em ação. Felizmente, é possível mantê-lo em cheque se simplesmente utilizarmos uma antiga arma humana: racionalidade.

Saiba mais sobre este truque sutil neste episódio.

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Podcast do Pinguim: Qual é o propósito dos investimentos?

Mas vale mesmo a pena deixar de trabalhar e ter mais preocupação que nao vai ter dinheiro o suficiente e ainda ter que passar o resto da vida na chata tarefa de administrar investimento e dinheiro? Pra mim acho que não.

Henry

Este comentário foi postado por um leitor num episódio anterior, O poder da constância nas suas finanças. E embora reconheço que a percepção de valor dos investimentos é subjetiva e varia bastante, acredito que neste caso houve um desentendimento sobre qual é o real propósito dos investimentos na vida.

Se você ama o seu trabalho, isto é ótimo. É uma coisa que poucos genuinamente conseguem afirmar, e na maioria das vezes não dura para sempre. Há um problema, porém, em depender do trabalho e do salário. Não só esta dependência é a razão pela qual muitos acabam por odiá-lo, ela também abre espaço para um desastre caso uma interrupção do salário ocorra, e você se encontre sem receita durante algum tempo.

Há maneiras de mitigar, e até evitar, estes efeitos da dependência do trabalho, e sem dúvida a mais simples é através de investimentos. Veja porque, e outras formas, neste episódio.

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Seria o Value Investing a bala de prata financeira?

Quando estamos aprendendo alguma coisa nova, é comum deixarmos que alguma forma de autoridade do conhecimento guie nossos estudos e decisões na fase inicial por conta de falta de conhecimento melhor. Afinal, estamos apenas aprendendo, precisamos de alguma entidade com conhecimento para nos guiar melhor, e quem melhor do que os mestres para nos auxiliar nestes casos?

No caso dos investimentos, não há dúvida que a melhor abordagem que podemos adotar é o clássico buy & hold a longo prazo. Há vários estudos publicados que documentam o espetacular retorno que esta estratégia possui ao longo prazo, mesmo com os altos e baixos que a bolsa experiencia. E, central ao conceito do buy & hold, há um outro pilar importantíssimo, necessário para um investimento sensato: o value investing.

Venerado como a escolha primária de investidores famosos e bem-sucedidos como o Warren Buffett e Charlie Munger, value investing com certeza possui um nome bem estabelecido entre os círculos de investimentos. Por outro lado, outros o consideram uma teoria ultrapassada, pois a eficiência do mercado eventualmente consegue nivelar diferenças na precificação ao curto prazo, e que um hábito de pequenos investimentos regulares é mais fácil e eficiente do que “acertar o fundo” do mercado.

Felizmente, não precisamos adotar monoliticamente o Value Investing para conseguir investir, mas adicionar partes dos seus conceitos pode melhorar incrivelmente a sua performance de investimentos. Neste post, explico como funciona o Value Investing, e como você pode começar a integrá-lo na sua própria estratégia.

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Seu cafezinho pode te custar R$60.000 – conheça o custo de oportunidade

Enriquecer não precisa ser complicado – basta seguirmos algumas poucas regras simples para obter um resultado significante. Gaste menos do que você ganha, invista a diferença, repita com assiduidade – pronto, você já está melhor do que 90% da população.

E quando se trata de economia, parece que todos nós já conhecemos tudo sobre isso. Afinal, é simples: evite gastar com aquilo que é supérfluo, faça um orçamento do mês, pague-se primeiro antes de qualquer outro gasto, etc. Há, porém, um aspecto sobre os gastos que é pouco falado: o custo de oportunidade.

Este é um vilão escondido que consome o seu patrimônio silenciosamente no decorrer do tempo, e que pode vir a custar uma quantia surpreendentemente alta ao fim de dez ou quinze anos – tudo em consequência da oportunidade perdida.

Veja como o custo de oportunidade funciona, e como se resguardar dele neste vídeo.

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50 Episódios do Podcast do Pinguim!

Este episódio é especial, pois representa um marco de 50 episódios publicados aqui no Podcast do Pinguim – coincidentemente, também marca aproximadamente 1 ano de existência do Podcast.

Agradeço a todos os espectadores e ouvintes do show que me acompanharam semanalmente aqui – sem vocês, eu não teria tido a motivação para continuar aqui. Nesse episódio, compartilho os insights de produção que tive desde o ano passado quando comecei, as lições que aprendi, e as melhorias que tive. Se você também está cogitando começar um podcast, compartilho algumas dicas também que aprendi e que você pode usar para começar o seu show do jeito certo. 

Veja mais neste episódio “meta” do podcast.

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Convertibilidade ao dinheiro: a melhor medida do pragmatismo financeiro

Virou Outubro e com ele, talvez seja hora de largar os conceitos avançados de investimentos e voltar um pouco aos básicos da educação financeira e rever a filosofia de como o dinheiro possui valor.

Mesmo que nem sempre queremos nos tornar Platão ou Freud e fixar na metafísica sobre o dinheiro representa, é bom de vez em quando nos perguntarmos da onde vem o valor que tiramos de uma quantia de dinheiro para alinharmos nossos objetivos e termos certeza que estejamos caminhando na direção certa, qualquer que seja o âmbito. E quando se trata de dinheiro, é importante sabermos e revermos a importância que ele possui na nossa vida para não cometermos um grande erro com nossas economias e gastarmos ele da forma errada.

Ouvimos muitas coisas sobre o valor e a utilidade do dinheiro, mas no fim das contas, o pragmatismo dele nos aponta a apenas uma possível resposta: uma medida de valor e padronização de troca, que viabiliza o comércio além do tradicional “escambo.” Nesta definição, porém, revela-se uma grande fraqueza sobre o dinheiro: ele é, essencialmente, efêmero. Uma vez utilizado, ele se acaba, e não poderá lhe servir mais de qualquer outra forma.

Esta realização realmente nos força a pensar cuidadosamente sobre como utilizamos o nosso dinheiro: procuramos evitar a compra de passivos financeiros e acumular ativos que se valorizam conforme o tempo, procuramos gastar apenas com aquilo que nos traz valor e realização pessoal, e temos uma tendência natural a economizar. E ainda assim, um detalhe muito importante passa despercebido em meio a este fato, e nos cega novamente a outro detalhe importante para o planejamento financeiro tranquilo e o enriquecimento.

Vejamos a importância da convertibilidade ao dinheiro neste post.

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Fechamento Setembro 2020 – enfim tempos melhores.

Setembro cruzou o Solstício de Outono, e finalmente chegamos ao quarto e último trimestre de 2020. Inacreditável, não? Daqui a pouco vai ser época de rever as resoluções de ano novo mais uma vez, e de reunir (ou não, né) os parentes para o Natal, fim do ano, etc.

Felizmente, quase não houveram tufões ou chuvas muito fortes aqui na minha área do Japão, ao contrário do ano passado, quando tivemos dois tufões fortes que impactaram as operações na região. Fica a pensar se foi o efeito da parada generalizada da produção industrial este ano, que “esfriou” o planeta e tornou o clima mais ameno, ou mera coincidência.

Aproveitei o mês para afiar minhas habilidades de programação e administração de sistemas Unix, cortesia do meu amiguinho Raspberry Pi, e aprendi muitas coisas novas no processo.

Vamos ver como me saí financeiramente.

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Ao investir, não errar é mais importante do que acertar

“O investimento da vez é a empresa XYZ.”
“Hora de investir em ABCD, veja como está disparando.”
“Ação da CBA vai ser a próxima Magazine Luiza!”

Quem nunca ouviu tais “conselhos” e “dicas de investimento” por aí? Essa é a bola da vez, aquela é a próxima, etc. Todos querem acertar qual vai ser a próxima mina de ouro da bolsa que vai torná-los multi-milionários, mas os que realmente se realizam são pouquíssimos.

Ao passo que a maioria acredita que “acertar o investimento” é o caminho para enriquecer na bolsa, eu tenho a visão oposta: na verdade, a certeza da riqueza está em não errar, ou errar o mínimo.

Esta visão não só é mais segura em termos de risco do que acertar qual é a próxima mina de ouro, ela também é a única que pode nos oferecer a certeza que iremos enriquecer – talvez mais devagar, mas com certeza total.

Veja mais como você pode se beneficiar e montar uma estratégia defensiva de evitar os erros nos investimentos neste vídeo.

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