Você deixa o medo de influenciar?

É natural sentirmos medo ao tentarmos alguma coisa nova, ou lidar com alguma situação desconhecida. Porém, devemos nos relembrar que este medo não deve influenciar nas nossas decisões racionais de vida. Devemos sentir o medo mas não deixar que ele nos controle.

Recentemente, com o espalhar do Coronavírus e as notícias se alastrando ainda mais, precisamos mais do que nunca nos lembrar deste conceito que, se não considerado, poderá até nos prejudicar financeiramente.

Como devemos lidar com o medo para nos proteger mentalmente e financeiramente? Veja neste vídeo até o fim.

Abraços e seguimos em frente!

Pinguim Investidor


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Pinguim Investidor ultrapassa os 100 inscritos!

Olá! Hoje tenho um grande anúncio a fazer neste post extraordinário: o Pinguim Investidor finalmente atingiu e ultrapassou a marca dos 100 inscritos neste blog!

Gostaria de tomar este momento para agradecer a cada um dos meus inscritos pela atenção e acompanhamento desde que o site se iniciou em Outubro de 2018 – seia impossível ter tornado o site no que ele é hoje sem a sua ajuda. É da sua atenção, dos seus comentários e feedback que é possível continuar escrevendo posts cada vez melhores.

Com este marco alcançado, e sempre buscando trazer mais conteúdo de qualidade para você, utilizo a oportunidade para anunciar algumas mudanças para o site e o modelo de publicação que vou utilizar a partir de agora. Quero continuar providenciando valor para você, e acredito que algumas novidades irão ajudar.

Continuarei com meu compromisso de produzir dois posts com ótimo conteúdo por semana, mas agora adiciono mais alguns ingredientes extras. Vejamos a seguir.

Integração de outras plataformas

Em meados do ano passado, comecei um Podcast onde semanalmente gravo conteúdos novos e comentários que não são publicados como artigos no site. Este podcast pode ser seguido pelo Spotify também, aqui: https://open.spotify.com/show/5aLTweIhAaRpAmoiq5Ttc3

Mais recentemente em Dezembro iniciei também um canal no YouTube onde disserto sobre assuntos diversos, e que também nem sempre se tornam conteúdo aqui no site.

Como novidade, passarei a disponibilizar este conteúdo aqui no site também, para que você não perca nenhum conteúdo novo que eu publico lá. Com esta integração das mídias aqui, você passa a ter conteúdo meu disponível quatro vezes por semana, com muito mais por vir.

E se você não me acompanha nestas plataformas ainda, aproveite o momento para se inscrever lá:

Novas redes sociais

O Pinguim Investidor também agora se encontra disponível em duas outras redes sociais além do perfil no Twitter:

Posts curtos, vídeos, infográficos e outras matérias curtinhas são meus objetivos nestas mídias, e continuarei em frente trazendo mais valor e conhecimento para você. E quem sabe não faço uma live um dia desses?

Feedback para o futuro

E é isso aí, estou sempre expandindo os horizontes para trazer cada vez mais informação para você. Fica agora a seguinte pergunta que eu estou curioso em saber para conseguir melhorar ainda mais: qual tipo de conteúdo, assunto ou mídia você gostaria de ver mais aqui no site?

Há algum assunto específico que eu não abordei ainda que você está sentindo falta? Você tem algum post favorito que queria ver mais elaborado no decorrer do ano? Me ajude a melhorar a qualidade do site compartilhando a sua sugestão nos comentários!

Agradeço a sua companhia e atenção sempre! E como sempre,

Abraços e seguimos em frente!

Pinguim Investidor

Resolvendo a curto e longo prazo

No decorrer da rotina diária da cidade, temos aquela impressão que sempre estamos na correria. Não tenho tempo para isso, não vai dar para fazer aquilo. Estou ocupado, me desculpe. Quem tem tempo para cuidar disso, diante da correria da vida moderna? Desculpa, não tive tempo para ver isso.

Quem nunca viveu por estas situações desde adulto? Enquanto nossa percepção é relativa, e muitas vezes a falta de tempo é simplesmente a vontade de fazer coisas demais, ela nos leva a acreditar que temos que resolver nossos problemas da maneira mais rápida possível a fim de nos economizar tempo para outras tarefas importantes.

Infelizmente, este mindset de operar sempre no ambiente mais próximo pode ser exatamente a razão pela qual os problemas diários se tornam recorrentes. Essencialmente, ao optar por uma solução a curto prazo, frequentemente estamos sacrificando uma solução definitiva eficiente por uma paliativa que nos custa menos tempo ou esforço.

Ao pensarmos sempre no imediatismo, naquilo que nos facilitará imediatamente, estamos simplesmente resolvendo uma ocorrência a curto prazo, mas deixando de solucionar a causa do problema maior ao longo prazo. Ao fazer isto, uma pessoa essencialmente tenta tapar o sol com a peneira, porque o tempo que ela passará resolvendo o mesmo problema corriqueiramente seria o tempo que ela poderia ter utilizado para resolver a causa-raíz do problema de uma vez para sempre.

Esta dualidade infelizmente também se reflete no âmbito financeiro. O imediatismo nos causa a “apagar nossos incêndios” financeiros com soluções paliativas que muitas vezes se tornam problemas consequentes em si mesmas – pense nas consequências que um empréstimo não pago pode ter. Como, então, podemos nos resguardar destas situações perigosas e sermos mais eficientes com nossas soluções ao longo prazo? Vejamos neste post.

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O paradigma do Taco Bell na Independência Financeira

Na indústria alimentícia um problema frequente é a gestão do estoque. Clientes devem ser servidos com os ingredientes em questão, mas se estes não forem consumidos prontamente o suficiente, há um risco da validade passar e eles serem perdidos como prejuízo. É necessário um equilíbrio precioso para conseguir atender a fome dos clientes sem falta e evitar o prejuízo com comida estragada, que os gestores de restaurantes analizam mês a mês para se aperfeiçoar.

Em meio à este precioso jogo de equilíbrio, uma rede de fast food parece ter se destacado: Taco Bell. O Taco bell possui um diverso menu de vários pratos distintos, mas todos são feitos a partir de oito ingredientes básicos. Ajustando e apresentando cada ingrediente (carne moída, queijo ralado, tortillas…) de uma certa forma específica, cria-se um prato completamente diferente do anterior. Apenas utilizando e reutilizando ingredientes que eles já possuem, a rede de fast food consegue abastecer todo o seu menu sem se preocupar muito com excesso ou falta dos ingredientes. Eles se abastecem e se sustentam com o que têm.

No âmbito da programação de computadores, este “modelo Taco Bell” é utilizado por administradores e desenvolvedores para criar soluções com apenas componentes já prontos do sistema operacional que executam tarefas simples, arranjando-os de forma a performar uma tarefa mais complexa. Conhecido também como Princípio Unix, este modelo permite que você simplifique o desenvolvimento e evite retrabalho em criar a mesma coisa duas vezes.

E, igualmente, você pode aplicar o modelo Taco Bell para a sua vida financeira também. Enquanto algumas pessoas te encorajam a começar a diversificar suas fontes de renda, investir em ativos de alto risco sem compreendê-los bem, ou abandonar o seu emprego para começar um negócio próprio, muitas vezes a sua vida atual, do jeito que está, pode ser o suficiente.

Pode ser simplesmente uma questão de arranjar os fatores da maneira certa.

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O açougueiro e a nutricionista

Imagine que você está procurando conselhos de uma dieta para perder peso e viver uma vida mais saudável. A sua cidade é um pouco pequena e não há muitos profissionais que podem lhe aconselhar. Felizmente, você procura e encontra duas pessoas que poderão lhe ajudar: um açougueiro e uma nutricionista.

Você se senta com a nutricionista e explica a sua situação, seus objetivos e motivação. Ela lhe recomenda uma dieta balanceada de verduras, legumes, carnes e cereais na proporção correta, mas implementá-la corretamente irá lhe custar um pouco caro. Buscando uma segunda opinião, você se encontra com o açougueiro e pergunta sua recomendação. Ele responde: “carne.” Na semana seguinte, você consulta com os dois novamente. A nutricionista revisa o seu quadro e atualiza o cardápio adequadamente. O açougueiro novamente recomenda: “carne.”

Se esta história soa meio previsível para você, por que vemos esta mesma situação se repetindo diariamente no âmbito financeiro? Pessoas buscando orientações financeiras de corretoras comissionadas, assinando recomendações pagas em vídeos de youtubers populares com seus patrocinadores no fundo, enquanto que um sistema de comissionamento cada vez mais toma conta do mundo digital.

É crucial analisar onde os interesses estão por trás de cada recomendação e decisão na vida, especialmente quando é o seu dinheiro que está envolvido. Esta foi uma lição que, felizmente, aprendi cedo na minha vida financeira, e assim pude me orientar melhor financeiramente. Vejamos mais detalhes neste post.

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Você tem medo de aprender?

Há uma razão pela qual a maioria dos blogs de finanças pessoais incluem seções sobre o desenvolvimento pessoal. O próprio Pinguim Investidor é assim. E esta é que para a pessoa ter seu despertar da educação financeira, ela precisa de um conceito central que inicia o processo: o desejo de aprender.

Podemos ver que todos inovadores, empreendedores e outras pessoas bem-sucedidas possuem este traço comum de personalidade, e assim conseguem prosseguem se aperfeiçoando a cada dia para um sucesso constante. As formas disponíveis para aperfeiçoar são várias, e hoje são muito mais diversificadas e disponíveis do que nunca: conteúdo gratuito na internet, cursos online, seminários, livros e ebooks, etc. Porém, existe um elemento comum por trás de todas as formas disponíveis de aprendizado: uma pessoa mais experiente que compartilha o seu conhecimento.

Quando se fala de investimentos, existe uma curiosidade enorme para aprender, mas recursos didáticos nem sempre conseguem atender à demanda das pessoas, especialmente quando hoje muitas pessoas começaram a investir com a alta da bolsa.

Infelizmente, por ser um nicho tão específico e tradicionalmente fechado, muitos iniciantes com perguntas naturalmente ingênuas acabam recebendo atravessadas ou as vezes até como piada. E quando este é o caso, nosso espírito natural de querer aprender é desencorajado, e algumas vezes se apaga nos fazendo desistir.

Se você teve alguma experiência ruim ao tentar aprender uma coisa nova, leia este artigo até o final.

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Fechamento Janeiro 2020 – Começando o ano com tudo!

Janeiro fechou com um susto na bolsa, e os FIIs sentiram um pouco a influência. Na verdade susto é relativo, pois eu sei qual é o real valor do dinheiro e que as oscilações temporárias do mercado são uma mera ilusão do curto prazo. Mas, a julgar da reação das pessoas por aí nas redes sociais, são poucos os que realmente compreendem este conceito.

Em geral, Janeiro foi um ótimo mês para o Pinguim Investidor, e um ótimo início de década. Continuo com aportes fortes e com as metas deste ano

Vamos ver como me saí financeiramente.

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Seguindo sem reservas: contra-exemplo do Mr Money Mustache

Quando falamos sobre educação financeira, podemos traçar uma pequena “grade” contendo todos os passos e aprendizados necessários para alguém se tornar financialmente alfabetizado e pronto para traçar sua rota até – finalmente – a independência financeira. Dependendo de onde você se encontra, financeiramente falando, alguns conceitos podem ser já bem simples, enquanto outros, novidades. Por exemplo, se você nunca se importou com dinheiro até agora, conhecer o seu dinheiro em detalhe pode ser uma grande surpresa, com muitas descobertas interessantes.

Entretanto, todas as boas práticas financeiras tendem a se converger a alguns pontos comuns, que se tornam conselhos financeiros gerais. Não acumule dívida, gaste menos o que você ganha, invista a diferença, etc. Imagine, então, a minha surpresa quando eu descobri que um dos “gurus” de finanças pessoais e mentor indireto de muitos na Finansfera – Mr Money Mustache – quebra uma das “regras” mais básicas: ele não possui reserva de emergência.

Sim, MMM afirmou em um dos seus vídeos que ele não possui uma parte do seu capital alocado numa reserva de emergência, indo contra a recomendação de segurança básica da finansfera inteira. Ele possui, como veremos, uma boa lógica por trás da sua decisão, e anos de experiência com este tipo de vida, mas ainda assim esta notícia é surpreendente, ainda mais vindo de um dos autores mais seguidos de finanças.

Como ele segue sem reservas financeiras no planejamento, e o que podemos aprender com este contra-exemplo?

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Estudo de caso #3 – Qual é o custo da independência?

Ganho em média 1200 reais. Devido a pequenos conflitos com minha mãe resolvi viver sozinha numa quitinete. Minha mãe irá cobrir parte dos gastos e eu irei pagar água, comida e transporte. Dá pra viver com 250 reais ao mês?

Sem dúvida, o sonho de quase todo jovem começando a trabalhar é sair debaixo da asa dos pais e morar sozinho, ou pelo menos fora da casa dos pais. Depois de anos vivendo na casa dos pais e com muita turbulência na adolescência, é normal que queremos viver nossa vida de forma independente.

A experiência não só tenha apelo emocional, mas também agregue muito no desenvolvimento individual. Mas, infelizmente, como diz o ditado: “não existe almoço grátis.” Morar sozinho, especialmente no começo da carreira profissional, traz custos altos e que podem impactar suas finanças numa hora crucial: na hora do despertar financeiro inicial.

Enquanto se tem a possibilidade de escolha, é fácil ver que morar dividindo com a família é uma boa forma para se controlar custos e ajudar no aporte, mas neste estudo de caso, surge uma outra pergunta: e se por motivo de força maior você precisasse sair de casa para viver sozinho? As vezes, o convívio dentro de casa é difícil, cheio de tumulto e conflito, e assim fica difícil para a pessoa encontrar paz para começar a se desenvolver pessoalmente.

Esta, infelizmente, é a situação do estudo de caso deste post. No caso, uma jovem – a chamaremos de Joana – fez a seguinte pergunta:

Embora o apelo emocional é grande, às vezes a procura obcecada pela independência pode mais atrapalhar do que ajudar. Que lições podemos tirar da situação da Joana?

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A bolha do Uber?

Quando o Uber foi lançado e entrou no mercado brasileiro, a inovação foi completa. O aplicativo havia introduzido um novo modelo de negócios que desbancou os negócios dos taxistas e abriu uma competição diversificada antes nunca vista na história. O conceito do sharing economy começou a engatinhar e logo foi tomando espaço.

O transporte foi democratizado e as pessoas finalmente possuiam uma alternativa mais barata para prencher algumas lacunas cruciais do transporte urbano brasileiro. E, colateralmente, o Uber serviu de “colchão de segurança” amenizando o impacto da crise econômica iniciando em 2015, oferecendo uma forma de renda temporária para aqueles que perdiam seus empregos.

Avançando até 2020, a situação se tornou bem diferente. Aplicativos competidores entrando e competindo por mais motoristas e passageiros, continuidade da crise e falta de empregos causou um aumento significante do pool de motoristas fora de proporção com os passageiros, e a remuneração – variável como sempre – hoje tem um apelo mais duvidoso. Não é a primeira vez que falo do Uber no blog, mas desta vez trago luz a um insight que vi num post do SubReddit de Investimentos: estaria o Uber direcionado para uma bolha?

Os insights recebidos desta filosofia servem para além do aplicativo em si, mas para também outros produtos e serviços que entram na moda e crescem rapidamente. Uma bolha como essa pode afetar além do mercado e ir diretamente na vida pessoal das pessoas. Vejamos com mais detalhes.

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