O primeiro passo para você se tornar realmente rico

Tornar-se rico é uma tarefa tão mental quanto prática, e muito esforço é necessário para quebrar crenças negativas quanto ao dinheiro, e implantar a idéia da riqueza na sua mente.

Porém, não importa quanto preparo mental você tenha, não é possível alcançar o estado de riqueza final sem colocar na prática um hábito crucial na sua rotina: pagar-se primeiro.

Pagar-se primeiro significa você receber e investir os frutos do seu trabalho e esforço antes de qualquer outra prioridade, seja ela as suas contas, serviços, bens ou lazeres. Se você não fizer este tipo de priorização, não irá enriquecer, pois estará tratando a sua riqueza sempre como secundária a alguma outra coisa.

Veja como você coloca este conceito fundamental para a riqueza neste vídeo.

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Como se manter produtivo durante a quarentena

Com o lockdown da quarentena se estendendo e as pessoas perdendo o horizonte de quando a crise do Coronavírus irá se amenizar, fica como um desafio manter o foco e a produtividade num ambiente que consideramos tanto ser o nosso lar e centro de relaxo e espaço pessoal.

Podemos falar o quanto quisermos que temos objetivos traçados a longo termo, mindset de crescimento para sempre querer aprender mais e que nossa disciplina destrói qualquer preguiça. A verdade é que por não estarmos num ambiente propenso à produtividade (como um escritório), poucos de nós conseguimos manter o mesmo nível de foco e atenção estando na familiaridade do ambiente de casa, e junto com os nossos familiares a quem queremos sempre dar atenção.

Assim, compartilho neste post algumas das técnicas que tenho utilizado para tentar manter a produtividade num mundo onde o Home Office a cada dia parece mais ser pseudo-férias, e a procrastinação tende a apenas aumentar.

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Podcast do Pinguim – Resolvendo a curto e longo prazo

A vida consiste em resolver problemas. Embora não seja possível escapar deste fardo, pelo lado bom isto nos provém a chance de obter realização pessoal todos os dias através do trabalho.

Enquanto não podemos controlar a quantidade e a incidência destes problemas sobre nossas vidas, ainda assim temos uma variável que você pode escolher: você resolverá o problema a curto ou longo prazo?

Muitas das soluções a curto prazo são relativamente fáceis de obter e rápidas, mas possuem uma limitação comum: não atacam a causa do problema. Tomar aspirina para dor de cabeça, comer chocolate ou beber cerveja depois de uma frustração, todas estas “soluções” aliviam os sintomas e nos trazem conforto a curto prazo, mas quão rápido resolvem, lá estão os problemas novamente.

Em contraste, as soluções ao longo prazo são permanentes e efetivas, mas requerem muito mais trabalho em antemão para acontecer. Manter uma mente sã e um corpo saudável se exercitando regularmente, cultivar relações diariamente para ter um bom ambiente de trabalho, todas estas soluções definitivas requerem trabalho. São estas as soluções que você precisa obter mais para se desenvolver pessoalmente.

Veja neste episódio como procurar cada uma destas soluções afeta a sua vida e as suas finanças.

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A diferença palpável entre poupar e investir

Abril é o mês da educação financeira no Pinguim Investidor! Em comemoração à este fato, vamos revisar alguns conceitos básicos da educação financeira. Veja outros posts desta série aqui


Quando começamos a aprender sobre finanças, aprendemos que economizar dinheiro é geralmente o primeiro e mais simples passo que podemos dar em direção ao grande objetivo de nos tornarmos independentes financeiramente.

Nestes primeiros momentos de iluminação financeira, podemos ver a importância de viver uma vida mais financeiramente eficiente é a chave para começar a “virar o jogo” e propriamente enriquecer, mas tendemos a não distinguir muito bem qual é a diferença entre eles. No começo, esta falta de distinção não causa muito problemas, pois nossas prioridades nesta etapa são diferentes: precisamos sair das dívidas e aumentar nossa renda antes de começar a pensar em investir.

Porém, conforme avançamos e nos tornamos mais amadurecidos financeiramente, temos que parar e compreender a diferença por completo. Misturar os conceitos de poupança e investimento pode causar confusão grande, como evidenciada em perguntas como “qual é o melhor investimento para curto prazo?” ou “qual investimento posso sacar em um ano?” E, finalmente, com a queda constante da Selic desde o ano passado, muitos se questionam até se a renda fixa se classifica como um investimento.

Este post clarificará a diferença entre os dois através de duas variáveis cruciais.

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Adaptação Hedônica: a razão pela qual você desmerece a sua vida

Já sentiu aquele “cheirinho de carro novo?” Ele se desfaz depois de alguns meses de uso. Seu computador que antes era o top de linha hoje parece um grande inútil. Seu restaurante favorito se torna batido quando você almoça lá muitas vezes. Por que o ser humano é tão difícil de saciar?

A resposta está na nossa tendência natural de adaptação hedônica. Ela é a nossa tendência natural a se acostumar às mudanças com o tempo, e com isso, desejar mais também.

Ao passo que a adaptação hedônica foi crucial em nossa evolução (nos dá resistência e resiliência para viver a vida), se não a mantermos em cheque, ela pode arruinar nossa felicidade a longo prazo. Por isso, é necessário saber buscar felicidade de outras formas. O estoicismo, por exemplo, procura combater nossa adaptação hedônica através da racionalidade e procura interna da felicidade.

Neste vídeo, mostro como você pode aplicar estes conceitos também na sua vida, e impedir que a adaptação hedônica acabe com a sua vida financeira.

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Como ganhar dinheiro em qualquer oportunidade – descoberta de ouro

Estamos acostumados a escutar nas mídias as histórias dos altos e baixos dos ciclos econômicos, estimulados sobre notícias e especulações do futuro da economia. Se nos deixarmos levar por estas fontes de informação, um pessimismo constante pode nos levar à conclusão que nunca estará bom para investir ou preparar o futuro financeiro.

Alternativamente, um otimismo exagerado pode nos levar a acreditar que estes são os melhores tempos da história, e nos levar a tomar decisões drásticas ignorando possíveis riscos, lastreadas no conceito que os tempos sempre estarão bons.

É este otimismo “perene” que nos deve alertar contra possíveis riscos escondidos por trás de uma nova tentativa, para que possamos sempre calcular nossas decisões financeiras e tomar consciência de tudo. Ignorar esta etapa pode nos tornar cegos a riscos até óbvios, e não há um melhor exemplo para este efeito do que a descoberta de ouro na Califórnia em 1848, talvez a maior da história.

Durante este período de oportunidade e afobação, centenas de milhares de americanos largaram tudo o que possuíam em suas casas e foram tentar a sua fortuna numa única promessa: campos ricos de ouro na costa oeste dos Estados Unidos. Infelizmente para estes sonhadores, pouquíssimos conseguiram de fato enriquecer e atingir prosperidade em meio a este cenário de euforia, mesmo com tanta propaganda positiva em jogo.

Como um investidor, este ambiente lhe soa familiar? A verdade é que muitos Bull Markets, incluindo o mais recente de 2018~2019 se comportam de maneira similar, muitas esperanças, afobação, e pouca atenção aos riscos e custos envolvidos. Felizmente, alguns poucos sonhadores da Califórnia conseguiram enriquecer com estratégias menos convencionais, indo contra a média.

Quais lições não-convencionais destes casos de sucesso podemos aplicar nas situações atuais também? Vejamos neste post.

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Podcast do Pinguim: Aporte, Liberdade, e o Fator Pinguim

A independência financeira é mais do que simplesmente uma condição de riqueza pessoal; ela simboliza a sua liberdade num mundo onde o dinheiro é a condição habilitadora para obter qualquer forma de produtos ou serviços na sociedade.

Desta forma, o quanto e como você usa o dinheiro refletem bem a sua condição e saúde financeira gerais. Especificamente, a sua taxa de aporte – o quanto você consegue economizar e investir todo mês – é uma medida vital que informa o quão rápido você conseguirá atingir a condição de independência financeira. Quanto maior ela for, mais rápido você chegará até a sua liberdade completa financeira.

Assim, podemos analisar como um fator que foi apelidado por um leitor de “Fator Pinguim” representa quão rápido você poderá chegar de fato até a independência financeira, e ele possui uma ótima notícia: ele não depende de quanto dinheiro você ganha.

Veja mais sobre como o Fator Pinguim funciona nas suas finanças neste episódio.

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Lidando com os efeitos dos cisnes negros

O período da quarentena em meio ao Coronavírus continua se arrastando, e cada vez mais as previsões sobre estabilização, controle e resolução se tornam menos claras. Os otimistas dizem que tempos melhores estão para vir, os pessimistas apontam que estas eram as mesmas previsões de um ou dois meses atrás. O resto acompanha tudo à distância, grudados às suas fontes de notícias.

Hoje, não há dúvidas que a pandemia do Coronavírus é um Cisne Negro, um evento de probabilidade baixíssima mas com efeitos catastróficos tal como classificado pelo estatístico Nicholas Taleb. Ninguém poderia ter previsto no seu início em Dezembro as proporções que poderia ter atingido, e hoje as suas consequências vão se alinhando como troféis fúnebres.

Lançamentos de filmes sendo cancelados. Ultra Music Festival e outros festivais de músicas foram cancelados. A NBA nos Estados Unidos foi cancelada, assim como a Eurocopa da UEFA de 2020. E a cereja do bolo não veio muito depois: em 24 de Março, os Jogos Olímpicos de Tokyo 2020 foram atrasados para 2021.

Os efeitos deste Cisne Negro foram avassaladores – e evoluíram mais rapidamente do que poderíamos ter esperado. Foram pouquíssimos os que realmente puderam se preparar; a maioria simplesmente de repente se encontrou numa condição de quarentena forçada. Tais acontecimentos são úteis para nos lembrarem de como podemos mentalizar e nos preparar para Cisnes Negros, e se sé realmente possível se preparar.

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Como agir mesmo na ausência da motivação?

Quantas vezes não nos deparamos devorando conteúdo motivacional no YouTube ou nas redes sociais e pensamos que estamos nos fazendo um favor por estar procurando por aquilo que nos desenvolve pessoalmente?

O problema é: no momento que você pára de assistir, sua motivação e vontade despencam.

Enquanto o conteúdo motivacional é bom, existe um limite sobre até onde podemos chegar com ele sozinho. Lembre-se: são nossas ações, e não nossa motivação, que trazem resultado. Por isso, quando se trata de atingir algum objetivo, devemos incluir um outro fator na receita – disciplina.

É a disciplina aplicada que nos faz agir sob qualquer condição, inspiração e motivação. Ela é essencial na hora de querermos realizar qualquer objetivo de vida, seja financeiro ou pessoal. Veja neste vídeo como podemos fazer para seguir em frente com nossos objetivos, mesmo quando nossa motivação nos falha.

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Podcast do Pinguim: o hábito que revolucionou a minha vida

Até 2012, eu não estudava nada além do absoluto necessário, não me interessava em aprender nada a mais do que me era requerido, e os meus usos principais do meu computador e celular eram entretenimento e conectividade.

De repente, num certo dia em Agosto de 2012, todos estes maus hábitos foram ejetados da minha vida, e comecei a aprender coisas úteis à minha vida e desenvolver habilidades essenciais para melhorar a minha qualidade de vida. Aconteceu uma espiral de mudança cuja origem pode ser traçada a um único hábito – qual?

Leitura.

Este foi o hábito que, por si sozinho, despertou o meu desejo por melhorar a minha condição de vida todos os dias, e sempre buscar mais conhecimento. Se eu precisasse apontar um único hábito que mais causou impacto na minha vida, seria a leitura.

Porém, não é só do ato de ler que a minha vida se desenvolveu. De fato, poderia dizer que ler foi responsável apenas uns 10% de toda a transformação. De onde vieram os outros 90%? Acompanhe neste episódio.

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