O que o voo do balão nos ensina sobre os investimentos?

O primeiro voo da humanidade sem dúvida foi num balão. Relativamente simples, poucos requerimentos de engenharia e construção, e bastando alguns dias de trabalho para arrumar, o balão de ar quente encantou cientistas e aventureiros igualmente, e levou a imaginação de escritores da época em vários livros de ficção científica. Alguns disputam a aplicabilidade da palavra “voo” para descrevê-lo, visto que não meios de controle num balão, e simplesmente torna-se o ar dentro dele menos denso que o de fora para subir, ou o contrário para descer.

Independente da definição formal sobre o que o voo significa no âmbito aviação, existem poucos mecanismos que são tão análogos ao processo de investir como o voo do balão. Num balão, o único controle que existe é o de ascenção e descenção, estando qualquer outro movimento à mercê da direção dos ventos da àrea de voo. O bom balonista precisa ser igualmente um bom geógrafo para saber da direção dos ventos locais para traçar uma rota de voo certeira, caso contrário arriscando perder-se ou ser levado para longe sem forma de retorno.

Igualmente, nos investimentos temos controles muito limitados e indiretos sobre o que podemos fazer quanto ao mercado e, ainda assim, grandes investidores experientes conseguem trazer retornos extraordinários. De quais outras formas o voo do balão explica os investimentos? Vejamos a seguir.

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