Segurança Digital #1 – Como Investir na sua Segurança Digital

Tenho notado que a maioria dos meus posts aqui no Pinguim Investidor têm sido sobre Investimentos, mas têm faltado “pinguim” por aqui. Por isso, hoje vou fazer uma pequena mudança e falar um pouco mais sobre o alguns aspectos da TI que também podem fazer diferença na sua vida financeira. Esta série irá abrangir a sua segurança digital.


Quanto vale a sua segurança digital?

Poucos param pra pensar sobre este assunto com a correria do dia-a-dia, ou não pensam que vale a pena aprender sobre isso por achar que é um assunto complexo, difícil, ou reservado para especialistas e hackers e “terceirizado” da sua vida. A verdade não poderia ser mais longe do que essa expectativa.

Segurança digital (pelo menos num âmbito pessoal) não precisa ser difícil, complicada, e nem cara. Hoje em dia, software está tão ágil e acessível que ataques e invasões pessoais se tornaram mais complicados, mas isso não é razão para relaxar e ignorar o assunto.
Mesmo que os nossos dispositivos pessoais se tornem mais seguros, nós também cada vez menos armazenamos dados neles e dependemos cada vez mais de serviços online para armazenar nossos arquivos e dados pessoais.

Terceirizar a segurança só funciona até um ponto, porque o elo mais fraco deste sistema geralmente é justamente o usuário – você mesmo. Assim, vou descrever neste post algumas medidas simples e rápidas que você pode tomar para tornar a sua vida digital mais segura e tranquila sem precisar ser tornar um expert no assunto.

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Alinhamento preço-valor: o post definitivo

Um dos conceitos que eu falo com mais frequência no blog é sobre valor. Neste assunto, há uma frase do Warren Buffet que muitos outros blogs de finanças gostam de mencionar que fala que Preço é o que você paga, valor é o que você recebe. E ele está certo, especialmente no âmbito dos investimentos, onde muitas vezes o valor recebido ao comprar uma empresa está muito além do que uma cotação ou valuation pode dizer.

A partir deste conceito se derivam as histórias da bolsa como as 10-baggers, 100-baggers, e seus opostos diamétricos, mas hoje quero falar de uma visão diferente sobre o conceito do valor. É uma visão do valor ainda relacionado ao preço, mas é o valor agregado relativo de algum custo que você inferiu.

Este conceito para mim é importantíssimo, e um fator crucial para o meu planejamento orçamentário e de gastos mensais. Tomei conhecimento deste conceito pela primeira vez no livro Your Money or Your Life de Vicky Robin e Joe Dominguez, e toquei brevemente no assunto durante a resenha, mas nunca me aprofundei no que ele significa, e como ele pode ser utilizado, ainda que tenho me referido a ele em vários outros posts.

Neste post irei explicar o conceito definitivamente, e mostrar como ele mudou e pode mudar a sua visão sobre gastos e orçamentos definitivamente.

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Confrontando o cotidiano #3 – “Ninguém nunca ficou mais pobre por quinze reais.”

Mais um post da série confrontando o cotidiano.


A hora do almoço é uma hora interessante. É a única hora onde se pode parar para observar o comportamento pessoal das pessoas em âmbito profissional. Uma das coisas que observo é que ao passo que muitos fazem desta hora como se fosse sua hora da recompensa, quase que um mini ou pré-happy hour. Isso significa bons restaurantes, pratos finos com direito a bebida e – dado o dia certo (sexta-feira) – até uma cerveja de extravagância. Boa, né?

Significa também que o dinheiro vai embora despercebido, diluido em refeições água abaixo que não trazem nada de especial, custam muito mais do que o justo pelo valor nutricional, demoram muito mais tempo do que o necessário para uma refeição e que te roubam do tempo que você poderia aproveitar para estudar ou refletir sobre o seu próprio enriquecimento.

Oops.

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