Resenha do Pinguim #6 – The 10X Rule de Grant Cardone

Hora de mais uma resenha de livro, desta vez de uma figura que alguns meses atrás mencionei rapidamente como um palestrante motivacional e que treinava equipes de vendas nos EUA: Grant Cardone. Desde então, passei a acompanhá-lo bastante em seu canal no YouTube, o suficiente para que pudesse pegar alguns de seus conceitos-base e resolver me aprofundar em um de seus livros. Os ensinamentos dele foram sólidos para firmar a filosofia sobre um conceito: sucesso.

O que é o sucesso pra você? É um destino, como a linha de chegada lá no final da corrida? Ou seria algo dinâmico, como o horizonte, que nunca se alcança, mas se transforma a cada passo que você dá? A sua percepção pessoal sobre o sucesso faz a diferença entre você alcançá-lo ou não.

No livro The 10X rule: the only difference between success or failure (versão em Português aqui), Grant explica que, quando o assunto é sucesso, a maioria das pessoas fracassam por simplesmente não pensarem e se prepararem em escalas grandes o suficiente, ou, em outras palavras, como 10X.

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O sucesso do Arnold Schwarzenegger explicado numa única entrevista

Eu não assisto TV e minha exposição às mídias sociais são limitadas a assuntos relacionados ao meu site e diheiro em geral. Quando eu entro no YouTube, é apenas para ver vídeos motivacionais ou aprender coisas novas em epreendimento ou investimentos. Estes são os hábitos que me diferem da média e me tornam rico, mesmo que apenas em mente. Desta forma, quando a Sra. Pinguim me chamou para assistir uma entrevista no The Noite com o Arnold Schwarzenegger, eu não dei muito valor à primeira vista.

Se este post existe agora, é porque eu fui convencido do contrário. Os vinte minutos de entrevista foram mais do que suficiente para me fazer entender por que o Arnold foi bem-sucedido na vida, e até hoje se mantém ativo e promovendo os seus empreendimentos embora os seus 71 anos de idade. Se pudéssemos sumarizar as lições de sua história em uma palavra, seria dedicação.

Certamente o Arnold aprendeu o significado da dedicação nos seus anos de juventude no fisioculturismo; a dedicação é crucial para o sucesso neste esporte como qualquer adepto e praticante irá lhe falar. Mas pra ele, a dedicação vai muito além de apenas ter ganhado o Mr Olympia múltiplas vezes nos anos 70; ele usou a dedicação aprendida para construir um verdadeiro império a partir de sua imagem, sua marca pessoal, que estendeu-se no filme, empreendedorismo, uma carreira política nos EUA e eventos de fisiculturismo que levam o seu nome até hoje.

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Histórias de Fracasso #1 – Harland David Sanders

Estou iniciando mais uma minissérie do Pinguim: as histórias de fracasso. O racional por trás desta série é simples: qualquer um consegue contar uma história de sucesso, mas é preciso um gênio para contar sobre o fracasso de uma maneira cativante.

Eu particularmente sempre estive mais interessado na parte do fracasso das pessoas bem-sucedidas. Me fascina até hoje ver como eles falharam, aprenderam e conseguiram virar o jogo para se tornar muito mais sucedidas do que os seus pares.

É fácil olharmos para as pessoas de sucesso e ouvir suas entrevistas e acompanhar nas mídias sociais quando eles dão os seus “7 conselhos para quem quer estourar este ano.” Mas, para mim, o verdadeiro ouro está por trás disso tudo: o que desabou no background para esta pessoa se reerguer tão forte para nunca mais desabar?

Neste piloto da série, falo sobre Harland David Sanders, o fundador da franquia de restaurantes KFC. “Persistente” é talvez uma palavra fraca para descrever a história deste empreendedor, que passou praticamente uma vida inteira fracassando antes de finalmente acertar o KFC depois dos seus 65 anos de idade.

O que uma pessoa que errou a vida inteira para acertar em cheio no final pode nos ensinar? Que a persistência e a disposição para aprender com os erros recompensa quem se dedica a elas.

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Marshmallow by Jessica Ruscello on Unsplash

O que um Marshmallow pode dizer sobre o seu sucesso

Você é criança e está na sala de uma casa de um amigo dos seus pais. Os adultos estão lá, jogando conversa fora sobre assuntos de gente grande, enquanto você não consegue tirar os olhos do que, no momento, parece ser o Santo Graal. Há uma doceira cheia de marshmallows na mesinha de centro da sala.

Conversa vai e conversa vem, o amigo dos seus pais percebe você vidrado na doceira e finalmente se posiciona: “ô, fulaninho, que é que tanto você olha pro vidro? Você gosta de marshmallow, é?

Você simplesmente balança a cabeça timidamente. “Ah, que bonitinho! Por que não tinha me falado isso antes?” A vitória parece certeira para você quando ele se movimenta para abrir a doceira e liberar o acesso quando sua mãe, para o seu sofrimento, interrompe:

“Péraê… alto lá, fulaninho, é quase hora do almoço já. Se você comer doce agora não vai almoçar!”

Droga! Estávamos tão perto! Mas tudo não está perdido ainda. Seu pai tenta apaziguar o conflito aproximando todos de uma solução comum:

“Calma gente, por que a gente não faz o seguinte: como está quase na hora do almoço, o fulaninho pode comer um só marshmallow nesse momento. Mas, se ele esperar o almoço, poderá comer quantos marshmallows tiverem aí na doceira.” Sua mãe concorda.

O que você faz? Come um marshmallow agora ou espera para poder comer mais depois?

Incrivelmente, a sua resposta como criança para esta situação pode ditar o seu sucesso na vida, como demonstrado num experimento psicológico em Stanford.

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Um leopardo observando sua caça à distância

O ciclo OODA e a necessidade da Agilidade para vencer

O século 21 é o século da velocidade, ou pelo menos é o que se parece.

Com a velocidade das transmissões, da telecomunicação e do transporte aumentando, nada mais natural para o ser humano de hoje querer tudo para ontem. Esta velocidade, combinada com a ubiquidade dos nossos Best Friends Forever smartphones, é o símbolo da era digital. Sempre conectado, e recebendo tudo instantaneamente, claramente o mundo digital é resumido pela palavra “velocidade,” certo? Não exatamente.

Na minha opinião, a palavra mais importante é a agilidade. A razão é simples: ao passo que a velocidade nos ajuda a tomar decisões críticas, somente velocidade não é o suficiente para alcançar a meta. Para averiguar os resultados de uma decisão e corrigir os erros consistentemente para atingir nossas metas mais rápido, é necessário ser ágil, especificamente através do ciclo OODA.

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