Confrontando o cotidiano #3 – “Ninguém nunca ficou mais pobre por quinze reais.”

Mais um post da série confrontando o cotidiano.


A hora do almoço é uma hora interessante. É a única hora onde se pode parar para observar o comportamento pessoal das pessoas em âmbito profissional. Uma das coisas que observo é que ao passo que muitos fazem desta hora como se fosse sua hora da recompensa, quase que um mini ou pré-happy hour. Isso significa bons restaurantes, pratos finos com direito a bebida e – dado o dia certo (sexta-feira) – até uma cerveja de extravagância. Boa, né?

Significa também que o dinheiro vai embora despercebido, diluido em refeições água abaixo que não trazem nada de especial, custam muito mais do que o justo pelo valor nutricional, demoram muito mais tempo do que o necessário para uma refeição e que te roubam do tempo que você poderia aproveitar para estudar ou refletir sobre o seu próprio enriquecimento.

Oops.

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