Kakeibo revisitado – planilha prática de orçamentos

Post curto sobre um follow-up de um outro post. Há algumas semanas postei sobre um método japonês de se fazer orçamentos chamado Kakeibo, e como ele tinha o potencial de aumentar as economias em casa promovendo a visualização dos gastos e alinhamento com os valores que te trazem felicidade.

Embora o feedback deste post tenha sido extremamente positivo, mas notei que estava faltando alguma coisa pra complementar o post. A explicação via texto talvez não tenha ficado tão clara, ou talvez uma demonstração prática deixaria tudo mais claro pros leitores.

Sem problemas. Este post esclarece um pouco mais a aplicação prática do Kakeibo, e, de bônus, irei compartilhar com vocês uma planilha de Orçamentos que criei justamente baseada no Kakeibo.

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Kakeibo – o método Japonês para fazer e melhorar o orçamento doméstico

Como vai o seu orçamento? Você se orgulha dele, ou ele te traz vergonha e é melhor mudar de assunto? Acha que é um pilar importante de uma vida financeira e mentalmente saudável, ou é supérfluo, chato, e uma forma reprimida de se viver a vida?

Independente de como você vê o assunto do orçamento, pode se concluir que ele melhorá-lo é sempre beneficial. Não estou aqui para julgar ninguém, mas tenho uma crença forte que ao alinhar os seus gastos com aquilo que te traz valor, e reduzir todos aqueles outros que não trazem, você pode obter economias altíssimas sem sentir que está fazendo algum tipo de sacrifício.

Como quase tudo na vida, é muito mais fácil falar sobre isso do que fazer. Felizmente, recentemente, me deparei com uma metodologia Japonesa de fazer orçamentos chamada Kakeibo 家計簿 (às vezes escrito kakebo), que busca aumentar as economias do lar focando na conscientização dos gastos. O Kakeibo busca facilitar o jeito de como as pessoas realizam orçamentos e é ambicioso; ele promete ao praticante uma economia inicial de 35% do salário.

Vejamos como este método ambicioso e tradicional funciona, e como ele se compara com o jeito do Pinguim de fazer orçamentos.

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Camadas de segurança contra emergências financeiras

A análise de risco é essencial para se manter uma mente tranquila e evitar surpresas que venham a danificar o seu patrimônio. Aumentar a segurança financeira requer reposicionar e repensar as utilidades e liquidez de cada ativo do patrimônio, e assim tentar obter o patrimônio mais eficiente e seguro possível. O conselho que geralmente é passado é o passo a passo do: saia das dívidas, monte uma reserva de 3 a 6 meses de salário e a partir daí comece a investir.

Neste post, compartilho a estratégia que tenho utilizado para posicionar meus contingentes de emergências financeiras através do conceito de camadas, tal como utilizado no âmbito da segurança da informação.

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Orçamentos para quem não gosta de orçamentos

O orçamento é o pilar mestre da independência financeira. Sem ele, sem este primeiro passo primordial, a estrutura inteira da IF desaba, já que sem saber com o que se gasta o dinheiro, não se tem o controle sobre o dinheiro. Infelizmente, a realidade é que muitas pessoas não gostam da idéia do orçamento, que um orçamento irá limitar demais a vida, ou que irão morrer se não tiverem champagne na janta do sábado ou o happy hour de toda sexta.

Bom… cada um tem a sua cruz pra carregar!

Neste post divulgo uma dica que me ajudou muito no desenvolvimento inicial do meu próprio orçamento, e que culminou na minha estratégia de economizar até 45% do meu salário. E a maior vantagem dela a meu ver é que ela não discrimina os seus gastos como um orçamento tradicional, e embora ainda necessite de uma certa disciplina para funcionar, não requer que você consulte mensalmente o seu caixa na hora de gastar com alguma coisa. Vamos ver como funciona.

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5 coisas que aprendi anotando todos os meus gastos por 2 meses

Resolvi recentemente controlar meu orçamento para melhor anotar os aportes mensais. No primeiro mês inteiro, o estudo foi 100% passivo: simplesmente anotava os gastos e separava por data e categoria e arquivava, sem esforço nenhum para controlar. Após um mês de dados arquivados, consegui separar as categorias e tive uma base para melhor conseguir me planejar, onde reduzir, onde aumentar, onde cortar, etc. O segundo mês teve uma aplicação mais ativa, onde eu com meu orçamento em mente resolvi controlar melhor as finanças.

Aqui estão algumas coisas que aprendi neste experimento:

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