Hábitos formam ou destroem você – quais você irá adotar hoje?

Você ouve o despertador tocar e aperta o botão para silenciá-lo. Levanta meio grogue, caminha até o banheiro. Prossegue para a cozinha, prepara aquela comida de sempre para o café da manhã. Pega o celular e começa a ver quais notificações recebeu na noite anterior e perde alguns minutos surfando nas redes sociais enquanto come.

Sai para ir trabalhar, pega o ônibus ou metrô, segue aquele caminho tão batido que às vezes faz enquanto está olhando no celular, chega ao trabalho. Passado um tempo levanta para o café, faz o caminho à cafeteira e quando menos espera lá está botando o cafezinho. Volta pra casa vendo o celular na mão a viagem toda, e quando chega lá está de TV ligada novamente enquanto janta.

Enfim, se eu fosse descrever um dia típico de um trabalhador num post, ele seria uma bíblia. Fazemos uma quantidade enorme de tarefas durante o tempo de um dia apenas, mas não sentimos passar: este é o poder que um hábito instalado tem na sua rotina.

Há muito tempo comento sobre hábitos no blog, mas nunca cheguei a elaborar com mais detalhes a respeito dos seus efeitos em nossas vidas em geral. Embora muitos não percebam, são seus hábitos que controlam a maior parte da sua vida, deixando em “background” tudo aquilo que você não tem consciência direta sobre. Sem esses hábitos, seria impossível conseguir fazer tantas coisas num dia. Mas enquanto isso traz um alívio de energia mental para nós, se não observado com consciência, podem trazer vícios e outras consequências ruins para a vida.

Quais são os pontos fortes e fracos dos hábitos e como devemos nos policiar a respeito deles?

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A importância de começar

Quando se trata de aprendizado e desenvolvimento de alguma habilidade, há um passo mais importante do que fazer um planejamento perfeito ou ter as metas mais ambiciosas com o plano de ação mais perfeito. Este passo é justamente o ato de começar. Começar um novo projeto, começar a aprender alguma nova habilidade, tomar novos hábitos e recomeçar a vida; para tudo, existe aquele primeiro passo crucial, o começo que origina tudo.

Infelizmente, o simples ato de começar geralmente se torna muito mais complexo que deveria ser por conta dos nossos próprios pensamentos nos enganando e nos desencorajando. Começamos a pensar naquilo que pode dar errado e assim sabotamos os nossos próprios planos, adiando as datas de início e algumas vezes nunca vendo o projeto sair do papel. Isso não pode acontecer.

Recentemente, assisti um vídeo do YouTuber Jeff Rose, que já referenciei no blog em alguns posts anteriores, que aborda este assunto de uma maneira interessante: como é que o ato de começar foi o suficiente para que ele transformasse $100 em alguns milhões. Rose explica que foi o ato de começar dele, desde quando ele começou a se interessar pela primeira vez pela educação financeira; e desde então aquele primeiro passo se tornou o ponto de partida para que ele pudesse começar a jornada financeira.

Como é que apenas começar ajuda tanto no desenvolvimento de novos projetos e habilidades? Evitando que uma coisa chamada analysis paralysis aconteça.

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Errando

Recentemente, errei. Novamente. Fiz uma decisão que parecia ser a coisa certa na hora, mas finalmente percebi que não era e as consequências vieram. Errei depois de ter errado várias outras vezes numa vida inteira, e provavelmente não será a última vez. Mas, ainda assim, averiguei a situação, percebi que o erro não era nada fatal, me reergui e segui em frente, com muitas novas lições aprendidas a mais no bolso.

O parágrafo acima poderia ter sido completamente omitido e esquecido em meio ao meu cotidiano, mas eu optei por escrevê-lo por possuir uma coisa que poucos param para apreciar o seu valor verdadeiro: errar. Desde pequenos, somos condicionados a temer erros quando, tal como diz o ditado, eles são naturais ao ser humano, e cruciais no nosso aprendizado diário.

Ainda assim, porém, parece que todos nós temos uma persistência em abominar erros e qualquer desvio da perfeição procurada. Aqui, somos rápidos para apontar as pessoas ao nosso redor como os culpados, como as escolas, os professores, os pais e a sociedade, por exemplo. Mas a verdade é que mais do que qualquer outro, quem abomina e pune nossos erros somos nós próprios. Aprendemos desde cedo na vida que quem erra ou pratica algo fora do aceitado como certo é punido, então desenvolvemos uma defesa própria interna para nos punir e policiar contra estes erros.

Esta manobra, porém, não é sem consequência, já que reprimir os erros significa reprimir a criatividade e o espírito de experimentar que é necessário para o desenvolvimento pessoal. E assim, limita-se a vontade de tentar novamente ou querer evoluir para melhorar e conseguir acertar.

Quais são as coisas que nossos erros podem trazer que podem nos melhorar?

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Um leopardo observando sua caça à distância

O ciclo OODA e a necessidade da Agilidade para vencer

O século 21 é o século da velocidade, ou pelo menos é o que se parece.

Com a velocidade das transmissões, da telecomunicação e do transporte aumentando, nada mais natural para o ser humano de hoje querer tudo para ontem. Esta velocidade, combinada com a ubiquidade dos nossos Best Friends Forever smartphones, é o símbolo da era digital. Sempre conectado, e recebendo tudo instantaneamente, claramente o mundo digital é resumido pela palavra “velocidade,” certo? Não exatamente.

Na minha opinião, a palavra mais importante é a agilidade. A razão é simples: ao passo que a velocidade nos ajuda a tomar decisões críticas, somente velocidade não é o suficiente para alcançar a meta. Para averiguar os resultados de uma decisão e corrigir os erros consistentemente para atingir nossas metas mais rápido, é necessário ser ágil, especificamente através do ciclo OODA.

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