Enriquecer precisa ser um Sacrifício?

Quando investimos, sem dúvida nosso maior inimigo é nós mesmos, especificamente nossas emoções – que jogam contra nós quando precisamos ser racionais e tomar decisões calculadas.

Muitas vezes, elas nos impedem até mesmo de começar a investir por medo ou a sensação que estamos “deixando de aproveitar” ao investir o dinheiro ao invés de gastá-lo.

Na realidade, porém, nada poderia ser mais distante da verdade. Investir nunca deve significar sacrifício.

As sensações de segurança, prosperidade e conforto que provém de um portfólio avançado de investimentos são razão mais do que suficiente para “acalmar” qualquer um destes pensamentos de medo que podem surgir. E na prática, você não está se privando da oportunidade de gastar e aproveitar – você pode separar os horizontes e escopos dos investimentos que faz. Um exemplo seria aportar 50% para longo prazo (aposentadoria, etc), e 50% para curto prazo (viagens, uma compra grande, faculdade ou curso, etc).

Descubra neste vídeo como você se prepara mentalmente para lidar com estas tentações emocionais sobre investir e poupar.

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Repetição é a mãe de toda a habilidade

Existe uma frase do coach empresarial e palestrante Jim Rohn que afirma o seguinte: a repetição é a mãe de toda a habilidade.

Esta única frase sumariza tudo o que precisamos para obter excelência em qualquer área se simplesmente nos armarmos com mais um outro conceito: mindset de crescimento. Se você acredita que você nasceu com tudo o que poderia possuir, e não pode adquirir mais nada, você possui um mindset fixo, e que não irá crescer.

Por outro lado, se você acredita que tudo o que você precisa para suceder na vida pode ser aprendido com esforço – você possui o mindset de crescimento. É importante cultivarmos esta forma de pensar pois ela nos permite explorar, tentar e aprender com nossos erros – que são a única forma que temos para conseguir nos aperfeiçoar.

Descubra outras implicações do mindset de crescimento e da poder da repetição neste vídeo.

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podcast do pinguim

Podcast do Pinguim: quais os benefícios de parar de beber?

Em 2015, resolvi me enturmar com as pessoas no trabalho e comecei um hábito icônico da vida adulta: o happy hour. Foi o início de um hábito que me alavancou socialmente e me ajudou no networking da empresa, mas que vagarosamente começou a consumir meu tempo, saúde e dinheiro. Em 2016, o hábito destrutivo havia escalado para um nível onde eu passava mais noites bebendo do que sóbrio – chegando até a seis noites por semana.

Tudo mudou no fim daquele ano, quando quase que do dia para a noite parei de beber graças em parte à companhia da Sra. Pinguim. Minha saúde mental e física agradeceram imediatamente, mas a parte surpreendente aconteceu no âmbito pessoal e financeiro: parar de beber me trouxe de volta várias horas por dia e acabou me economizando milhares de reais em custo de oportunidade evitado. 

Veja como tudo isso foi possível a partir de uma simples mudança neste episódio.


Se você ainda não fez, aproveite para se inscrever no meu podcast na Anchor.FM ou Spotify onde posto semanalmente um novo episódio.

Abraços e seguimos em frente!

Pinguim Investidor

Como o mindset de abundância faz a diferença entre ficar rico ou pobre na vida

Você enxerga a vida como uma batalha por recursos escassos ou um oceano de abundância esperando apenas que alguém o extraia? Se você respondeu escasso, tenho más notícias para você.

O Mindset de Abundância é crucial para empreendedores e investidores porque é o requerimento para não só acreditar que enriquecer é possível, mas também enxergar oportunidades para enriquecer ao redor da vida.

A música de Frank Sinatra “Pennies from Heaven” ilustra bem este ponto quando ela diz:

You’ll find your fortune
Fallin’ all over town
Be sure that your umbrella is upside down

Como você enxerga a abundância na sua vida? Você acha que dinheiro é um recurso escasso ou que pode ter um fluxo virtualmente infinito se simplesmente tomar as decisões corretas? Escreva nos comentários.

Abraços e seguimos em frente!


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O dinheiro não compra felicidade, mas…

Dinheiro não traz felicidade!
O dinheiro corrompe as pessoas! Ele não vai te trazer sentimentos genuínos e significantes!
Você não vai poder levar o dinheiro consigo depois da morte.

Atire a primeira pedra quem nunca ouviu alguma coisa do gênero. Crenças limitantes e destrutivas do dinheiro, idéias que mentalmente limitam a sua capacidade de enriquecer são basicamente parte do cotidiano daqueles que não conhecem o verdadeiro valor do dinheiro em trazer liberdade. Ao mesmo tempo, temos uma reação defensiva de deboche quando confrontados com uma situação envolvendo muito dinheiro, como bilionários velhos se casando com pessoas jovens de origens humildes.

Embora precisemos policiar nossas percepções para não limitarem quanto aquilo que acreditamos ser possível, temos que admitir que ainda assim existem coisas abstratas que o dinheiro não consegue comprar diretamente: felicidade e amor, por exemplo. Alguns componentes cruciais da felicidade humana não estão à venda, e esta pode ser a explicação por trás das várias histórias de milionários que caem em depressão ou até se suicidam. O dinheiro, por mais que um superpoder, ainda não é onipotente.

Ainda assim, uma proposta que parece desafiar este conceito recentemente chocou a internet: um bilionário japonês chamado Yusaku Maeda lançou em Janeiro deste ano um concurso mundial para escolher sua parceira para juntar-se a ele no primeiro voo interplanetário comercial da história. Maeda está tão confiante no potencial deste concurso para encontrar-lhe o par perfeito que colocou condições específicas e datas limites em cada parte do processo seletivo; as vagas para aplicação inclusive já se fecharam no dia 17 de Janeiro. E ele tem pressa: ao final de Março 2020 já podemos esperar que a felizarda seja escolhida.

Será que o dinheiro se tornou capaz de comprar até isso, o amor? Só a história entre os dois pombinhos dirá. Enquanto isso, a maioria de nós pode abstrair de casos excepcionais como o de Maeda, e focar ao invés disso em outra coisa muito mais realista que o dinheiro pode trazer para você, eu e todos: capacidade.

Qual é o papel do dinheiro utilizado, e por que casos como o de Maeda possuem tanto apelo emocional para as pessoas?

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Educação Financeira #5 – o Dinheiro e a ilusão do valor

“Eu não invisto na bolsa porque não quero perder dinheiro quando o mercado cair.”

No caminho da educação financeira, muitos mitos são destruídos e novos conceitos aprendidos. Alguns são simples e fáceis de serem absorvidos, mas outros são contra-intuitivos ao conhecimento financeiro e levam mais tempo para serem realmente compreendidos. Crenças financeiras, por exemplo as que “o dinheiro é a raíz de todos os males,” ou que “o dinheiro corrompe as pessoas,” são parte de nossa educação desde pequenos e levam tempo para serem desfeitas. Igualmente, compreender que o ato de investir para independência financeira não tem um prazo estipulado também não é rapidamente aceitável em nossa sociedade imediatista.

Um conceito que inicialmente foi difícil de compreender, mas a cada dia que passa se torna mais verdadeiro é o seguinte: o dinheiro é mais ilusão do que real. Li sobre este conceito pela primeira vez no livro Pai Rico, Pai Pobre do Robert Kiyosaki, onde ele menciona que uma das diferenças entre os ricos e os pobres é que Os ricos sabem que o dinheiro é uma ilusão.

No livro, Kiyosaki usa como exemplo deste conceito o fato que ele conseguiu comprar e vender um imóvel por um grande lucro usando apenas um empréstimo bancário e seus contatos de negócios, nunca vendo o dinheiro em si durante a transação, mas eu acredito que o conceito é vai além disso. Enxergar o dinheiro não como dinheiro em si, mas como uma forma de obter liberdade, por exemplo, é uma forma poderosíssima de treinar a sua mente para enriquecer e obter segurança e independência financeira.

Além disso, nossa percepção de risco, valor e utilidade do dinheiro é um diferencial enorme na hora de saber utilizá-lo ou se preparar contra as oscilações da bolsa e outras coisas situações adversas na sua vida.

Como ver o dinheiro como uma ilusão pode te ajudar a investir melhor?

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Empty fridge with one can

A vantagem da escassez

Somos de tempos em tempos surpresos por uma história de sucesso que aparece e ganha atenção na mídia. Já conhecemos alguns destes “contos da Cinderela” onde uma pessoa que veio do nada, sem recurso nenhum, e armada apenas com a sua força de vontade suprema consegue dar a volta por cima de uma forma completamente inesperada e se tornar alguém altamente bem-sucedido.

E como só tomamos conhecimento quando já estão com sucesso, todos são impressionados. A reação inicial sempre é a mesma: como uma pessoa com tão pouco conseguiu atingir tanto?

Numa época onde todos têm uma grande pressão para obter recursos escolares como faculdade e pós-graduação, e acreditam que apenas com muito dinheiro e recursos é possível obter sucesso, tais histórias soam simplesmente impossíveis de serem realizadas.

A minha visão, porém, não poderia ser mais diferente: para mim, nada é mais natural do que alguém utilizar a falta de recursos para conseguir se tornar bem-sucedido.

Um pensamento contrário à tendência de todos a acharem que é a abundância a receita para sucesso, talvez. Porém, dada a quantidade de casos de sucesso e fracasso que existiram na história da humanidade, me torna cada vez mais mais aparente que é a escassez que forma a nossa base para conseguir alcançar o sucesso na vida. Por quê?

Porque é apenas com o conceito da escassez que podemos aprender a ser altamente eficientes.

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Estudo de caso #1 – Faca e o queijo na mão, mas ainda sem aptidão

Semana passada, tomei café com uma amiga que veio se consultar comigo depois de ter descoberto o site do Pinguim Investidor e queria alguns conselhos práticos para como dar uma arrumada na vida financeira e como se planejar para proceder no futuro.

Fernanda, 35 anos hoje, era uma das secretárias da empresa onde trabalhei em 2012, e sobre sua carreira pode se dizer que ela teve uma grande dose de sorte, beirando até a velha “peixada” corporativa. Em meio a uma economia aquecida e cheia de especulação em 2012, Fernanda começou na administração, secretareando em meio a uma empresa crescente, e com seis meses de casa, foi promovida a secretária executiva. No ano seguinte, a euforia da economia já havia passado, e as pessoas passaram a ficar apreensivas, com cortes surpresas e demissões “inesperadas” assombrando os corredores das empresas cada vez mais inseguras.

Mesmo assim, ela manteve o cargo, e, em 2014, para sua surpresa, fora convidada a se juntar a uma outra empresa, num cargo que lhe pagaria por volta de R$15000 mensais como gerente da administração. Se muitas pessoas viram seus salários caindo ou rodando nessa época, Fernanda fez o caminho contrário, e eventualmente seu salário subiu novamente para a marca dos R$20000 mensais, numa época de salários cadentes e crise econômica rampante.

De muitas formas, pode-se dizer que Fernanda se tornou bem-sucedida: carreira sólida, alto salário, e uma família sendo formada. Ou, pelo menos, é só o que sua aparência externa mostra – para minha surpresa, Fernanda desabafou para mim que em meio a tanto “sucesso,” estava na verdade se sentindo miserável com o trabalho.

Muitos vêem uma carreira suspeita para uma pessoa que simplesmente trabalhava com secretariado e cresceu tão consideravelmente, e as fofocas e boatos são constantes no trabalho. Inveja e comentários maldosos rolam soltos. Sua eficiência no serviço acabou também saindo pela culatra, pois cada vez mais outros superiores acabam demandando mais dela por não falhar em apresentar resultados.

Por fim, Fernanda revelou o seu novo objetivo de vida: ela quer se desfazer do mundo corporativo e se tornar independente financeiramente, mas embora um alto salário, padrão de vida sofisticado, e bens como casa e carro invejáveis, ainda não consegue enxergar uma saída.

Como uma pessoa que, aparentemente, tem a faca e o queijo na mão ainda assim não consegue ganhar o jogo?

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Estoicismo na prática: sobrevivendo a perda de um celular

Recentemente publiquei no site uma introdução sobre o Estoicismo, a filosofia dos gregos antigos que busca maximizar a felicidade através do uso extensivo da razão e lógica. Quase que como planejado, alguns dias após ter terminado de escrever o artigo, meu celular parou de funcionar sem qualquer aviso prévio.

Parecia mesmo que o universo estava testando as minhas habilidades estóicas. Se esse cara acha que sabe mesmo sobre o estoicismo, vamos ver se ele está preparado de verdade! E assim, voltando pra casa depois de um domingo longo, percebi que o telefone não ligava mais e o problema não era a bateria. Quando comecei a pesquisar sobre o problema, mais assustador ficava, e no fim da cruzada, acabei aceitando que o celular estava irrecuperável.

Durante os próximos 15 minutos ocorreu uma chuva de pensamentos na minha mente sobre o que aconteceria nos próximos dias, mas ao fim dessa novela tive sucesso ao aplicar o mindset estóico ao problema. Foi mais um dos muitos exemplos de estoicismo na prática que tenho realizado como aprendizado diário, e as lições com certeza vão se propagar. Vejamos como a situação se desenrolou.

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O que você tem feito pra proteger o seu tempo?

Quanto vale o seu tempo?

Não, não estou falando do seu salário atual dividido por horas trabalhadas, embora esse conceito também é interessante. Estou falando do seu tempo, o tempo sob a sua percepção. E também o seu tempo pessoal, free time, o tempo que você controla. Muitos de nós nos preocupamos com a utilização do nosso tempo no trabalho, otimizando as nossas tarefas no escritório para conseguir fazer cada vez mais coisas em menos tempo, mas quando o “dever” não nos chama, ficamos meio que à deriva, sem planejar.

Desde que comecei a me interessar na Independência Financeira e o movimento FIRE, passei a me interessar muito sobre a eficiência como um objetivo de vida, e como posso usar o meu tempo, dentro ou fora do trabalho, da melhor forma possível. Desde que me interessei no assunto, percebi que de nada adiantaria ter quantidades imensas de tempo livre em casa se este é jogado fora através de TV ou surfar aleatoriamente nas redes sociais. É necessário se policiar quanto ao uso do tempo mesmo que fora do trabalho, pois ele é o seu ativo mais importante na vida.

Este conceito começou a ficar cada vez mais claro para mim, mas como um conhecimento subentendido, algo como um hábito no background. Eventualmente, assisti um vídeo do Jeff Rose, um YouTuber que referenciei anteriormente, onde ele dá um nome diferente ao mesmo conceito: proteger o seu tempo. E, simples assim, comecei a me conscientizar ativamente quanto ao uso do meu tempo livre, a fim de protegê-lo e me tornar cada vez mais eficiente.

Aqui estão alguns hábitos que uso pra proteger meu próprio tempo.

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