O poder da Gratificação Atrasada para a sua vida financeira

Quando se trata de desenvolvimento pessoal e financeiro, temos algumas “super armas” que nos auxiliam para alcançarmos nossos objetivos. Uma das mais poderosas no seu arsenal é a gratificação atrasada.

De forma simples, através dela você aprende a recusar uma gratificação imediata em busca de uma recompensa maior a longo prazo. Alternativamente, é a forma de trocar uma gratificação danificante a curto prazo pelo bem maior a longo prazo.

Se você não está contente com a sua forma física atual, você poderia comer um chocolate e amenizar a dor temporariamente, sem benefícios ao longo prazo. Ou você poderia começar a se exercitar e, com o tempo, ver a sua forma melhorar.

A gratificação atrasada é poderosíssima quando utilizada como gatilho financeiro pois tem sinergia com os objetivos de longo prazo necessários para as finanças e investimentos. Utilizada da forma correta, ela pode se tornar uma grande aliada. Veja neste vídeo como.

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Como se manter produtivo durante a quarentena

Com o lockdown da quarentena se estendendo e as pessoas perdendo o horizonte de quando a crise do Coronavírus irá se amenizar, fica como um desafio manter o foco e a produtividade num ambiente que consideramos tanto ser o nosso lar e centro de relaxo e espaço pessoal.

Podemos falar o quanto quisermos que temos objetivos traçados a longo termo, mindset de crescimento para sempre querer aprender mais e que nossa disciplina destrói qualquer preguiça. A verdade é que por não estarmos num ambiente propenso à produtividade (como um escritório), poucos de nós conseguimos manter o mesmo nível de foco e atenção estando na familiaridade do ambiente de casa, e junto com os nossos familiares a quem queremos sempre dar atenção.

Assim, compartilho neste post algumas das técnicas que tenho utilizado para tentar manter a produtividade num mundo onde o Home Office a cada dia parece mais ser pseudo-férias, e a procrastinação tende a apenas aumentar.

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Podcast do Pinguim: o hábito que revolucionou a minha vida

Até 2012, eu não estudava nada além do absoluto necessário, não me interessava em aprender nada a mais do que me era requerido, e os meus usos principais do meu computador e celular eram entretenimento e conectividade.

De repente, num certo dia em Agosto de 2012, todos estes maus hábitos foram ejetados da minha vida, e comecei a aprender coisas úteis à minha vida e desenvolver habilidades essenciais para melhorar a minha qualidade de vida. Aconteceu uma espiral de mudança cuja origem pode ser traçada a um único hábito – qual?

Leitura.

Este foi o hábito que, por si sozinho, despertou o meu desejo por melhorar a minha condição de vida todos os dias, e sempre buscar mais conhecimento. Se eu precisasse apontar um único hábito que mais causou impacto na minha vida, seria a leitura.

Porém, não é só do ato de ler que a minha vida se desenvolveu. De fato, poderia dizer que ler foi responsável apenas uns 10% de toda a transformação. De onde vieram os outros 90%? Acompanhe neste episódio.

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O real custo das coisas é por uso, não tempo

Quando se trata de enriquecimento, uma regra é clara: devemos economizar e concentrar nossos gastos em ativos financeiros, que se valorizam com o tempo e nos trazem dinheiro, e minimizar os gastos que temos com passivos que só tendem a depreciar e acumular custos ao longo do tempo. Neste ponto, fale a pena lembrar da frase clássica de Robert Kiyosaki, que explica que Ativos colocam dinheiro no seu bolso, passivos tiram dinheiro do seu bolso.

No meio deste caminho trilhado, várias perguntas começam a surgir na luz deste simples conceito. Existem disputas emocionais e culturais, como a questão do carro e da casa própria sendo passivos numa sociedade que os valoriza como símbolo de status social. Ou até mesmo se quando se mora em cidade pequena ou isolada é necessário ter o carro próprio. Infelizmente, para a maioria destas perguntas não há resposta comum correta, pois mesmo que fizermos um ponto racional, nossas crenças e cultura emocional nos tenta provar o contrário.

Não há como escapar de ter passivos acumulando no decorrer das nossas vidas. Afinal, ainda precisamos de roupas, comida, certos bens e meios de produção para sobreviver. E convenhamos que nunca conhecemos ninguém que fica alegre só de comprar ativos. Porém, existe ainda mais uma regra que devemos nos conscientizar toda vez que cogitamos comprar ou usar um passivo, e esta é a do custo por uso.

Simplificadamente, ela diz que o custo de cada um dos nossos passivos aumenta a cada vez que optamos por utilizá-los. Uma afirmação simples, até meio óbvia a princípio, mas que muitos se esquecem ou preferem ignorar quando um novo passivo aparece em suas vidas. Porém, se não respeitada, a regra do custo por uso pode trazer um desastre financeiro na sua vida. Vamos explorar mais as implicações deste princípio financeiro neste post.

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Quando ser um “contrário” não é vantajoso

Até que descobrimos a independência financeira, geralmente vivemos uma vida bem padrão. Vamos para a escola, brincamos no nosso tempo livre, estudamos para o vestibular, fazemos faculdade e finalmente nos acomodamos no nosso trabalho nas próximas décadas. A partir daí, dinheiro é recurso para se divertir, comprar coisas que você não precisa, e outras das “felicidades” da vida adulta, como o happy hour, casa e carro próprio.

Em determinado momento, a educação financeira nos mostra que este modo de vida esbanjante é ineficiente, e estamos na verdade fazendo tudo errado. Aprendemos que os bancos não nos oferecem os melhores investimentos, que economizar e ser frugal não é sinônimo de deprivação ou limitação, e que o aporte constante é uma das forças mais poderosas do universo. Tendemos, então a nos tornar um termo que a finansfera gosta de jogar por aí: um contrário.

A essência do contrarianismo é que as oportunidades inexploradas se encontram além daquilo que é considerado popular, e atravessando o caminho menos explorado, podemos obter mais valor do que fazendo aquilo que é esperado da maioria.

Este mindset é rapidamente apontado como adotado por várias figuras bilionárias como Warren Buffett, Ray Dalio, que não seguem tendências de mercado, e traçam suas próprias estratégias impopulares de investimento com sucesso enorme. Empreendedores bem-sucedidos que “nadaram contra a maré das massas” em direção ao seu próprio sucesso também são apontados como contrários em seus próprios âmbitos.

Eu acredito profundamente que ser um contrário é essencial para atingir o sucesso – afinal, fazer parte da média é a antítese do sucesso. Porém, como tudo na vida, o contrarianismo deve ser balanceado dentre a vida total, e há uma hora e um contexto correto para aplicá-lo. Se abraçarmos a essência de ser um contrário em todos os momentos da vida, estaremos essencialmente nos tornando adversos e intragáveis para os grupos sociais nos quais participamos, resultando em simplesmente isolamento e oportunidades de networking perdidas.

Quais são alguns perigos de abordar o contrarianismo em todos os momentos da vida, e quais são os contextos onde ele se torna valioso?

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As cinco dimensões da riqueza

Quando se trata do seu objetivo de vida, muitos preferem escolher âmbitos e metas que tentam mais refletir um bom estilo de vida e tranquilidade com paz de espírito. Gostaria de viajar pelo mundo, dizem. Quero uma casa no campo e uma vida tranquila. Ter tempo para a minha família todos os dias. Ter a liberdade para fazer tudo aquilo que eu quiser sem precisar correr riscos ou fazer algum sacrifício. Quem pensa em dinheiro ou ser rico como objetivo de vida é tido como ganancioso ou mesquinho.

O que não fica explícito, porém, é que cada um destes objetivos precisa de dinheiro para acontecer. Nenhum deles poderia acontecer sem a pessoa necessariamente estar numa condição de Independência Financeira para realizá-los. E assim, revela-se a necessidade de ter riqueza como condição primária para a sua liberdade básica, mas esta liberdade não está simplesmente apenas no quesito financeiro.

Existem cinco dimensões distintas da riqueza que você precisa dominar para se tornar uma pessoa bem-sucedida e realmente conseguir alcançar seus objetivos de vida, quaisquer que estes sejam. Quando apenas algumas destas dimensões são cumpridas, o resultado é uma vida desbalanceada, onde o foco se encontra apenas em ganhar dinheiro e esquecer o resto da vida e não se atribui sentido no processo. O resultado é uma tendência a ser desencorajado e a depressão. Portanto, é importante manter sempre em mente estas dimensões quando falamos de riqueza. Ao invés de tratar o dinheiro como a coisa mais importante do mundo, as pessoas ricas entendem cada uma das dimensões da riqueza e as incorporam em suas vidas.

Explicarei mais sobre estas dimensões da riqueza neste post.

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Podcast do Pinguim: quais os benefícios de parar de beber?

Em 2015, resolvi me enturmar com as pessoas no trabalho e comecei um hábito icônico da vida adulta: o happy hour. Foi o início de um hábito que me alavancou socialmente e me ajudou no networking da empresa, mas que vagarosamente começou a consumir meu tempo, saúde e dinheiro. Em 2016, o hábito destrutivo havia escalado para um nível onde eu passava mais noites bebendo do que sóbrio – chegando até a seis noites por semana.

Tudo mudou no fim daquele ano, quando quase que do dia para a noite parei de beber graças em parte à companhia da Sra. Pinguim. Minha saúde mental e física agradeceram imediatamente, mas a parte surpreendente aconteceu no âmbito pessoal e financeiro: parar de beber me trouxe de volta várias horas por dia e acabou me economizando milhares de reais em custo de oportunidade evitado. 

Veja como tudo isso foi possível a partir de uma simples mudança neste episódio.


Se você ainda não fez, aproveite para se inscrever no meu podcast na Anchor.FM ou Spotify onde posto semanalmente um novo episódio.

Abraços e seguimos em frente!

Pinguim Investidor

Um hábito que mudou a minha perspectiva de vida

Imagine um hábito que poderá revolucionar a forma que você aprende coisas novas na vida, despertar a sua curiosidade, melhorar o seu humor, te motivar a sempre se desenvolver mais e que tem um custo bem baixo.

Meditação? Terapia? Focus Groups? Mentores no ambiente de trabalho? Nada. Estou me referindo ao hábito da leitura.

Se eu tivesse que me referir a um único hábito que mais conseguiu transformar a minha vida, sem dúvida alguma este seria a leitura. Olhando para trás, posso identificar na leitura a minha razão para ter me desenvolvido pessoalmente, enriquecido, e ter instituído para sempre uma mentalidade de crescimento constante. E tudo isso numa época em que eu acreditava ser impossível avançar na vida, e até quando eu nunca havia lido um livro voluntariamente.

Se você já estudou sobre os milionários e os casos de sucesso do mundo, provavelmente já notou que eles também foram pessoas que leram muito no decorrer de suas vidas, com alguns exemplos mais destacados como Bill Gates, que lê um livro por semana, ou Warren Buffett, que lê 500 páginas de conteúdo financeiro diariamente. A correlação não é mera coincidência: o hábito de leitura, a capacidade de absorver conhecimento a mais do que a média é um dos fatores de sucesso.

Muitos são rápidos para dispensar a leitura como uma possível fonte de sucesso por ser aparentemente uma tarefa passiva, e que não é possível conseguir obter sucesso apenas capturando informação e conhecimento. Porém, esta opinião sobre a leitura é miópica, e falha ao compreender a parte mais poderosa do hábito de ler: a sinergia desenvolvida entre a leitura e o desenvolvimento pessoal.

Como simplesmente começar a ler conseguiu transformar a minha vida? Vejamos neste post.

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Efeitos do FIRE: 30 coisas que eu não compro ou faço mais

Certo dia, quando voltei pra casa, percebi o caderno da Sra. Pinguim aberto numa página interessante, onde ela havia feito alguma forma de lista. Haviam várias coisas escritas, como “TV a cabo,” “Netflix,” “salão de beleza” que nem ela ou eu fazemos ou queremos fazer. Na hora, me deu um pequeno pânico: será que, finalmente, desalinhamos nossos valores e ela quer se desfazer da vida frugal?

Para meu alívio, ela logo veio me explicar. Não era nada de desejo, era simplesmente uma lista que ela conjurou durante a tarde pensando em como a nossa vida frugal evoluiu junto: tudo o que estava listado lá era alguma coisa que ela já fez como hábito anteriormente, mas não pratica mais, graças à mudança de mindset que tivemos.

Só de ver a lista dela, percebi que a evolução que tivemos era enorme. Gostei tanto da idéia que resolvi acrescentar algumas outras observações minhas e a lista cresceu ainda mais. Este post é uma listagem de todas estas observações, com alguns comentários sobre a minha opinião atual da coisa ou hábito.

O que eu constumava comprar ou fazer que hoje, como frugal, não faço mais?

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Dez anos depois: por que é tão difícil associar mudanças pequenas com grandes resultados?

Diz a história que quando Galileu Galilei tentou provar à sociedade italiana do século 16 que a terra girava em torno do Sol, os céticos retrucaram o argumento olhando as gaiolas de passarinhos da praça. Se a terra gira em torno do Sol como ele dizia, por que os pássaros da praça não caem das suas gaiolas?

O resto, como dizem, é história, mas desde aqueles tempos podemos ver que a mente humana não consegue visualizar mudanças sutis, surpreendendo-se apenas com uma mudança enorme ao longo do tempo.

Podemos ver este efeito em ação toda vez que alguém nas redes sociais posta alguma transformação antes e depois, ou algum throwback da vida; só percebemos os resultados quando eles têm uma transformação significante. Por isso nos impressionamos quando vemos fotos antes e depois da academia, prédios depois de completos vs durante o terreno baldio, e milionários que aparecem “da noite para o dia” sem ninguém ter acompanhado os anos de trabalho duro que eles tiveram que passar.

Para nós do FIRE esta realidade é rotina, pois sabemos que nosso projeto é para o longo prazo, e conversamente não podemos esperar mudanças grandes rápidas. Porém, alguns aspirantes e observadores do movimento FIRE e educação financeira se decepcionam com este fato; eles não veem o poder que pequenas mudanças – mas mudanças-chave – podem causar ao longo de uma grande jornada.

Este pode acabar sendo o maior tesouro do movimento FIRE: são aqueles menores hábitos, como escolher a fazer seu próprio café ao invés de comprar pronto todo dia, utilizar as lacunas de tempo que existem no seu dia, e simplesmente encontrar felicidade e conhecimento na rotina da sua vida que lhe levará à independência financeira ao longo da viagem.

Como as mudanças grandes se tornam resultado direto das nossas mudanças pequenas cruciais?

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