Taxa não ganha de tempo – mas uma outra coisa sim

É comum no mundo dos investimentos ouvirmos a máxima de “Taxa não ganha de Tempo” ou seu cognato em inglês “it’s time in the market, not market timing” sobre como o tempo funciona como um grande alavancador nos rendimentos dos seus investimentos. Em termos do Jeito Pinguim, costumo dizer que a árvore da riqueza é plantada com dinheiro e regada com tempo.

Para nós que pensamos no longo prazo e sabemos que investimentos de verdade não possuem um horizonte de prazo, o papel do tempo nas nossas carteiras de investimento é lógico e um grande aliado. Ainda assim, existe um terceiro fator além da taxa e do tempo que fica um pouco esquecido dentre a equação da riqueza.

Isto é uma pena, porque especialmente quando estamos começando a investir, ele é o fator que mais influenciará na nossa acumulação de riqueza – mais até que o próprio tempo investido.

Este fator é o aporte, e para saber como ele influencia o seu enriquecimento, assista este vídeo até o fim.

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Podcast do Pinguim: o poder da constância nas suas finanças

Investir e enriquecer são processos, e assim, beneficiam-se de uma rotina, hábito e disciplina. De nada, por exemplo, adiantaria economizar 80% do salário um único mês mas gastar 80% todos os outros. É a constância, primariamente auxiliada dos seus hábitos, que faz a máquina de enriquecer produzir os melhores resultados.

Nos investimentos também não é diferente: embora muitos erroneamente concluem que investir é um hábito apenas para os ricos, que possuem dinheiro para “fazer uma diferença,” não é tanto no tamanho do aporte quanto na frequência dele que a real diferença aparece. Aportar tanto em alta ou baixa é o que fará a diferença no longo prazo.

Neste episódio, exploro o poder da constância ao investir, e como poderá fazer a diferença no decorrer da vida.

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E se tributarem os dividendos? E outros medos dos impostos

Recentemente, as redes sociais da finansfera foram atingidas por uma notícia que tremeu a fundação do movimento FIRE: o ministro da economia Paulo Guedes propôs em entrevista que dividendos e proventos de ações sejam taxados. Guedes afirmou que não acha justo que um trabalhador tenha 27% do seu salário tributado como imposto de renda enquanto um acionista consiga receber proventos, muitas vezes mensais, completamente isentos do dever fiscal, e estaria buscando uma medida para “equalizar” esta medida.

Tal notícia causou um grande alvoroço para a comunidade de investimentos, que enxergam (corretamente!) os dividendos da renda variável como uma espécie de oitava maravilha do mundo, e contam com eles para financiar seu plano de aposentadoria. Com esta proposta passando, não só não seria mais possível aproveitar da antiga alta taxa Selic para obter rendimentos passivos com a segurança da renda fixa (sonho dos rentistas), mas também quaisquer planos de criar um patrimônio de investimentos previdenciários também seria afetado significantemente.

Muitos nessas horas fazem esta primeira pergunta: e agora? Como fica o meu planejamento? É hora de parar de investir em renda variável? Estas dúvidas são naturais por conta da ameaça percebida e a falta de certeza no futuro. Porém, mais importante, elas revelam um aspecto muito mais fundamental que a população possui: o medo dos impostos.

Para ficar claro, acredito que mesmo com isto passando, não é razão para parar de acreditar no potencial e nos benefícios que o investimento em renda variável possui. Seria, porém, uma hora de você rever o impacto que os impostos (ou a sua percepção deles) tem no seu planejamento financeiro. Veja como neste artigo.

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Podcast do Pinguim – É possível enriquecer apenas com a poupança?

Quando se trata de enriquecer, temos sempre que pensar no triângulo de acumulação patrimonial, que indica os três pilares que impulsionam nossas finanças para frente: renda, economia e investimentos.

Cada um deles é mais relevante às nossas finanças dependendo da nossa situação atual; nos primeiros estágios, quando estamos com pouco capital acumulado, dependemos largamente da nossa renda total e nossa capacidade de economizar para enriquecer, com os investimentos tendo uma influência relativamente menor.

Com isso, aparece a seguinte pergunta: é possível enriquecer e atingir a independência financeira somente utilizando o poder do aporte (renda menos economia) e a poupança? A verdade é surpreendentemente sim, embora esta seja uma das formas menos eficientes que existem.

Veja como isto é possível neste episódio.

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Podcast do Pinguim: Aporte, Liberdade, e o Fator Pinguim

A independência financeira é mais do que simplesmente uma condição de riqueza pessoal; ela simboliza a sua liberdade num mundo onde o dinheiro é a condição habilitadora para obter qualquer forma de produtos ou serviços na sociedade.

Desta forma, o quanto e como você usa o dinheiro refletem bem a sua condição e saúde financeira gerais. Especificamente, a sua taxa de aporte – o quanto você consegue economizar e investir todo mês – é uma medida vital que informa o quão rápido você conseguirá atingir a condição de independência financeira. Quanto maior ela for, mais rápido você chegará até a sua liberdade completa financeira.

Assim, podemos analisar como um fator que foi apelidado por um leitor de “Fator Pinguim” representa quão rápido você poderá chegar de fato até a independência financeira, e ele possui uma ótima notícia: ele não depende de quanto dinheiro você ganha.

Veja mais sobre como o Fator Pinguim funciona nas suas finanças neste episódio.

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A melhor coisa que o dinheiro pode comprar: F-you Money

O caminho até a independência financeira é trilhado a partir de uma série de mudanças que desviam um indivíduo de uma vida medíocre até tomar ações que o levam para acumular capital o suficiente para viver apenas de renda passiva. O desafio maior desta mudança geralmente está no mindset da pessoa, que geralmente vem com crenças e conceitos já solidificados com experiência que precisam ser provados contra e trocados por conceitos melhores.

Durante o meu aprendizado, um dos maiores conceitos que me ajudou a me estabelecer no FIRE foi descobrir que o dinheiro, na sua forma produtiva como capital essencialmente funciona como uma fonte de liberdade individual. Quando me deparei com este conceito, minha abordagem à educação financeira mudou competamente. O aporte se tornou uma medida de libertação, e os gastos uma forma de aprisionamento.

Como podemos manter este mindset sempre em mente no dia a dia e proteger assim os aportes? Utilizando o conceito de F-you Money.

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