Como solicitar o auxílio coronavírus do Japão?

A crise do COVID-19 continua se extendendo e seus impactos se alastraram por todas as economias do globo. Seu impacto devastador vem por conta de um efeito dominó na economia. Incapacitadas de fazer negócios de forma tradicional, pequenas e médias empresas viram seu tão esperado fluxo de caixa secar, e com isso não puderam segurar muitas despesas com suas reservas de emergência, descontando o resultado despejando a maioria dos seus funcionários, resultando num desemprego múltiplo em cadeia.

Desta forma, governos ao redor do mundo acionaram pacotes emergenciais de auxílio financeiro para garantir a sobrevivência da população neste momento de desemprego – ou sub-emprego – forçado. Por exemplo, no Brasil o governo federal habilitou o Auxílio Emergencial da Caixa, consistindo de R$600 mensais por três meses para quem qualificar, e nos Estados Unidos, o congresso aprovou o CARES Act que destina um pagamento de US$1200 para cada indivíduo entre outros benefícios.

No Japão, a decisão de passar um auxílio financeiro foi debatida por um bom tempo pelo governo federal e atrasada em comparação aos demais países, mas em Abril foi aprovada uma medida de auxílio emergencial para todos os moradores do Japão. A medida é em geral bem mais generosa do que a instituída no Brasil, mas sua forma de solicitação é um pouco mais complicada. Depois de garimpar e procurar bastante sobre como a solicitação deve ser realizada, resolvi explicar aqui os passos que devem ser seguidos neste processo.

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Fechamento Abril 2020 – Será que o #FicaEmCasa funcionou?

Virou Maio de 2020 e fico me perguntando se mudou alguma coisa de fato. Foi um mês inteiro de isolamento que parece até que o tempo meio que parou do lado de fora. Nasce o sol, põe-se o sol. Todo dia mesmo que com um home office paliativo, tem um ar de férias misturado com desemprego na atmosfera, e a vontade de procrastinar crescendo.

Em meio a tanta incerteza e uma realidade bem diferente, porém, a situação melhorou para o meu lado: meus investimentos se recuperaram quase que 100%, e tive a oportunidade para “recarregar as baterias” do trabalho, e investir bastante no meu próprio conhecimento.

Vamos ver como me saí finaceiramente.

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Lidando com os efeitos dos cisnes negros

O período da quarentena em meio ao Coronavírus continua se arrastando, e cada vez mais as previsões sobre estabilização, controle e resolução se tornam menos claras. Os otimistas dizem que tempos melhores estão para vir, os pessimistas apontam que estas eram as mesmas previsões de um ou dois meses atrás. O resto acompanha tudo à distância, grudados às suas fontes de notícias.

Hoje, não há dúvidas que a pandemia do Coronavírus é um Cisne Negro, um evento de probabilidade baixíssima mas com efeitos catastróficos tal como classificado pelo estatístico Nicholas Taleb. Ninguém poderia ter previsto no seu início em Dezembro as proporções que poderia ter atingido, e hoje as suas consequências vão se alinhando como troféis fúnebres.

Lançamentos de filmes sendo cancelados. Ultra Music Festival e outros festivais de músicas foram cancelados. A NBA nos Estados Unidos foi cancelada, assim como a Eurocopa da UEFA de 2020. E a cereja do bolo não veio muito depois: em 24 de Março, os Jogos Olímpicos de Tokyo 2020 foram atrasados para 2021.

Os efeitos deste Cisne Negro foram avassaladores – e evoluíram mais rapidamente do que poderíamos ter esperado. Foram pouquíssimos os que realmente puderam se preparar; a maioria simplesmente de repente se encontrou numa condição de quarentena forçada. Tais acontecimentos são úteis para nos lembrarem de como podemos mentalizar e nos preparar para Cisnes Negros, e se sé realmente possível se preparar.

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Fechamento Março 2020 – Seguuuura peão!

Finalmente virou Abril! E quando digo finalmente, finalmente mesmo. Que mês conturbado por tantas notícias e incertezas oriundas do COVID-19, que influenciou inúmeros eventos, culminando até no atraso das Olimpíadas deste ano. E em paralelo, lá ia a bolsa despencando. Abertura, circuit breaker, recuperação, mais quedas – etc e etc.

Passamos a conhecer na pele o significado do termo “Quarentena,” e em meio a protestos de que limitariam a produtividade da economia do país vs que eram a única solução para um problema extremo, passamos a conhecer a regalia do Home Office, e as sutis desvantagens (leia: engorde) que traz junto.

Vamos ver como me saí finaceiramente.

Aportes

O aporte salarial deste mês foi de 46,5%, – finalmente acima dos 40% de novo! – e os gastos se dividiram nos seguintes critérios:

  • Contas do mês: 29.6%
  • Supermercado: 16.6%
  • Diversão: 0.67%
  • Compras materiais: 0% – !!!
  • Refeições: 4.63%
  • Saúde: 1%
  • Transporte: 0.5%
  • Emergências: 0.81%

Por conta do COVID-19, quase todos os locais de entretenimento e lazer foram fechados ao redor da cidade, e por isso os gastos na categoria diversão foram bem reduzidos. Apenas alguns shoppings estão funcionando, e quase todos os eventos foram cancelados indefinitivamente. Felizmente, isso nos traz uma grande oportunidade para nos desenvolver e aprender mais coisas.

Consegui também atingir um objetivo que há muito tempo estava procurando: não comprei nenhum bem material para mim durante o mês inteiro! Não sei se isso me torna um minimalista, mas a motivação que isso me traz é maravilhosa e me inspira para continuar assim. Pode ser um efeito colateral do vírus também, e ser apenas passageiro, mas ainda assim é um passo na direção correta.

Investimentos

A minha carteira se encontra atualmente nas seguintes classes de ativos:

  • 53.63% Tesouro Direto
  • 36% FII
  • Demais em cash ou reserva em moeda estrangeira

Mesmo com a brusca queda e o sobe-e-desce da bolsa neste mês, a proporção dos ativos na minha carteira não se abalou muito. Talvez seja porque o Tesouro IPCA também foi afetado por esta crise e caiu consideravelmente. Fechei no vermelho pela primeira vez na vida, mas como mencionei num post anterior, não estou abalado negativamente por esta crise.

Sei que esta é a maior oportunidade para crescer o patrimônio e aportar na baixa, mesmo sem conseguir prever quando será o fundo, para voltar com mais potência e capital acumulado para alimentar a renda passiva. E falando nisso…

Renda Passiva

Dividendos recebidos dos FIIs: R$869,03.

Consideravelmente menor do que os 1000 reais recebidos em Fevereiro, e provavelmente uma sombra da influência do COVID-19 nos fundos imobiliários. Será que isso seria a hora de vender? Não para mim, pois sei que é passageiro e irá se recuperar novamente.

Mesmo com a “vaca magra” recebida em Março, fico feliz em saber que os proventos poderiam ser usados para comprar uma Máquina de Café espresso Illy Francis, e sobraria um troco para comprar algumas cápsulas compatíveis para acompanhar.

Dado o valor que eu atribuo a um bom café, poderia até ser um bom investimento. Mas ainda assim, eu prefiro continuar comprando minha própria liberdade.


E por hoje é só, pessoal. Como foi o fechamento de vocês esse mês?

Até o próximo fechamento mês que vem!

Abraços e seguimos em frente!

Pinguim Investidor

Você deixa o medo de influenciar?

É natural sentirmos medo ao tentarmos alguma coisa nova, ou lidar com alguma situação desconhecida. Porém, devemos nos relembrar que este medo não deve influenciar nas nossas decisões racionais de vida. Devemos sentir o medo mas não deixar que ele nos controle.

Recentemente, com o espalhar do Coronavírus e as notícias se alastrando ainda mais, precisamos mais do que nunca nos lembrar deste conceito que, se não considerado, poderá até nos prejudicar financeiramente.

Como devemos lidar com o medo para nos proteger mentalmente e financeiramente? Veja neste vídeo até o fim.

Abraços e seguimos em frente!

Pinguim Investidor


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