Quando o que vende na Bolsa não vale tanto quanto o que vem estampado na bolsa

Para quem acompanha os ultra ricos e outros HNWIs, ler na Forbes sobre a corrida até o topo da riqueza é um passatempo interessante, talvez até uma novela. Quem está no topo agora? Quem irá ultrapassá-lo? Quem são os outros rivais e participantes na corrida? Um verdadeiro BBB da elite!

Por não realmente acrescentar nada em conhecimento para mim como investidor, tendo a me desligar deste tipo de veículo, tal como as outras “notícias” de finanças que cantam as oportunidades douradas apenas depois que estão saturadas e perdem glamour. Porém, quando a notícia que Bernard Arnaut, fundador e CEO do grupo LVMH, se tornou o homem mais rico do mundo apareceu no meu feed, não pude deixar de olhar.

O que me tornou curioso para ler a matéria não foi o fato dele ter superado Bill Gates, dono do título por anos e anos seguidos no passado, ou o Warren Buffett, guruzão e ídolo de quase toda a finansfera. Foi porque ele conseguiu fazer tudo isso numa área para onde poucos olhavam; a indústria do Luxo.

Quando pensamos numa pessoa extremamente rica, bilionária por exemplo, geralmente pensamos em alguém que fez fortuna na área do petróleo, mercado imobiliário, ou até mesmo a alta tecnologia como nos casos dos bilionários recentes. Estes são mercados que tradicionalmente possuem muita demanda crescente e com empresas trilionárias no ramo, de onde tradicionalmente saíram vários dos mais ricos da história. Mas quando tratamos da indústria do Luxo, e de uma empresa principal que literalmente vende bolsas feitas de plástico, temos uma surpresa considerável.

Ao ouvir tais perguntas como estas, algumas pessoas sentem inveja ou são rápidas para comentar negativamente, mas eu vejo de outra forma: me inspiro e procuro analisar que lições posso tirar de tudo isso.

Que lições podemos tirar desta ascenção?

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Automatizando as partes boas: quais os benefícios de um piloto automático financeiro?

Um conceito que tenho frisado muito nos últimos posts do site é o dos hábitos, e como a influência deles e sua utilização com consciência é a melhor combinação para obter e manter sucesso financeiro a longo prazo sem que você se desgaste emocionalmente no processo.

Como uma demonstração prática deste conceito, assisti a um vídeo do YouTuber Ryan Scribner onde ele ensina sobre cinco coisas que você deve fazer assim que você é pago. São poucos aqueles que planejam seus meses com tamanha precisão, e a disciplina dele é comendável neste assunto; a estratégia de Scribner age como um framework para uma pessoa fazer as coisas financeiramente importantes antes que se caia na tentação de gastar este dinheiro em alguma outra coisa não-produtiva.

O vídeo é direto e reto, e consegue cobrir uma quantidade grande de recomendações para serem seguidas. Quais coisas podemos fazer após o pagamento para garantir que nossos interesses financeiros sejam protegidos?

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Atlas Quantum – uma tragédia de ganância, sardinhagem, e desonestidade

Quando li esta matéria no site do Terra, comecei pensando que era cômico, quase que engraçado, mas terminei sentindo que foi uma história de terror.

No começo, parecia mais um caso de sardinhagem só; algumas pessoas investindo em criptomoedas sem entender e entrando em pânico quando a cotação caiu, e agora reclamando com a corretora por conta das perdas. Porém, ao entrar em detalhes, percebi que o buraco era um pouco mais embaixo, e a sardinhagem mais intensa: pessoas investindo o que não poderiam perder, tentando viver e se aposentar apenas de proventos de criptomoedas e não entendendo os riscos associados com este investimento. E dado o volume de pessoas afetadas, o problema parece que foi bem mais sério do que aparentava na manchete. Foi virando uma espécie de filme de terror.

Quando um grupo de pessoas especula em criptomoedas e assim que as vacas ficam magras e o desespero bate não consegue sacar o seu dinheiro, quais são as lições que podemos tirar? Eu consigo identificar pelo menos quatro erros cometidos pelos investidores nesta história triste.

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Comentário do Pinguim #3 – Quando vai estar bom para se preparar financeiramente?

O ser humano parece que nunca está numa situação satisfeita; há sempre uma oportunidade ou outra de reclamar e se socializar com outros seres humanos reclamões, ou de culpar alguma coisa ou outra pela razão que sua vida não está 100% perfeita ou de acordo com algum padrão ditado.

Esta matéria do InfoMoney reverbera bem a mensagem, quando expõe que mais de 60% da população não consegue economizar nada no fim do mês.

Isso mesmo, mais de metade da população pesquisada tem uma taxa de aporte zerada, e isso em meio a uma situação econômica positiva, onde se canta um repertório de recuperação e reconquista econômica no país, junto ao novo governo.

Como é que tanto em meio a prosperidade econômica as pessoas ainda não conseguem se beneficiar financeiramente? A resposta pode estar na forma de como as pessoas justificam suas decisões financeiras.

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Comentário do Pinguim #2 – Sobre a Tributação e Independência

Mais um comentário do Pinguim para você, e desta vez trago um vídeo que apareceu no meu feed de inscrições no YouTube feito pelo Rafael Seabra. O canal dele foi um dos primeiros que eu comecei a seguir assim que comecei a me aprofundar na educação financeira, e o assisto regularmente até hoje.

Seabra postou um vídeo com um título de opinião meio forte, falando sobre os tributos absurdos pagos no Brasil sobre bens e commodities básicos em comparação a outros países desenvolvidos ou não. Eis o link do vídeo:

Embora a tributação seja um assunto delicado, que causa muitas discussões sem fim nos cantos da internet, eu acredito que o ponto do Seabra é mais interessante para quem procura se desenvolver e buscar independência financeira. A lição que o vídeo nos traz é que a sua preparação deve estar pronta para que quaisquer que sejam os problemas e decisões alheias.

Em outras palavras, o que é melhor: reclamar sobre o governo, a situação da economia ou do emprego, ou tomar as rédeas da sua vida e começar a se educar financeiramente?

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Comentário do Pinguim: InfoMoney – 7 sinais de que você nunca será rico

Este post completa 50 posts no Pinguim Investidor! Fiquem ligados para outros 50 em breve!


Olá, Finansfera! Esta semana um leitor me enviou um artigo do InfoMoney sobre alguns hábitos financeiros ruins que impedem as pessoas de alcançar a independência financeira.

InfoMoney – 7 sinais de que você nunca será rico

O artigo é rápidamente digerido é recheado de insights interessantes, alguns que se alinham com a filosofia do Pinguim, outros soam esquisito aos meus ouvidos frugais.

Vamos ver como este artigo do InfoMoney se alinha com a filosofia do Pinguim.

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