A importância de começar

Quando se trata de aprendizado e desenvolvimento de alguma habilidade, há um passo mais importante do que fazer um planejamento perfeito ou ter as metas mais ambiciosas com o plano de ação mais perfeito. Este passo é justamente o ato de começar. Começar um novo projeto, começar a aprender alguma nova habilidade, tomar novos hábitos e recomeçar a vida; para tudo, existe aquele primeiro passo crucial, o começo que origina tudo.

Infelizmente, o simples ato de começar geralmente se torna muito mais complexo que deveria ser por conta dos nossos próprios pensamentos nos enganando e nos desencorajando. Começamos a pensar naquilo que pode dar errado e assim sabotamos os nossos próprios planos, adiando as datas de início e algumas vezes nunca vendo o projeto sair do papel. Isso não pode acontecer.

Recentemente, assisti um vídeo do YouTuber Jeff Rose, que já referenciei no blog em alguns posts anteriores, que aborda este assunto de uma maneira interessante: como é que o ato de começar foi o suficiente para que ele transformasse $100 em alguns milhões. Rose explica que foi o ato de começar dele, desde quando ele começou a se interessar pela primeira vez pela educação financeira; e desde então aquele primeiro passo se tornou o ponto de partida para que ele pudesse começar a jornada financeira.

Como é que apenas começar ajuda tanto no desenvolvimento de novos projetos e habilidades? Evitando que uma coisa chamada analysis paralysis aconteça.

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Errando

Recentemente, errei. Novamente. Fiz uma decisão que parecia ser a coisa certa na hora, mas finalmente percebi que não era e as consequências vieram. Errei depois de ter errado várias outras vezes numa vida inteira, e provavelmente não será a última vez. Mas, ainda assim, averiguei a situação, percebi que o erro não era nada fatal, me reergui e segui em frente, com muitas novas lições aprendidas a mais no bolso.

O parágrafo acima poderia ter sido completamente omitido e esquecido em meio ao meu cotidiano, mas eu optei por escrevê-lo por possuir uma coisa que poucos param para apreciar o seu valor verdadeiro: errar. Desde pequenos, somos condicionados a temer erros quando, tal como diz o ditado, eles são naturais ao ser humano, e cruciais no nosso aprendizado diário.

Ainda assim, porém, parece que todos nós temos uma persistência em abominar erros e qualquer desvio da perfeição procurada. Aqui, somos rápidos para apontar as pessoas ao nosso redor como os culpados, como as escolas, os professores, os pais e a sociedade, por exemplo. Mas a verdade é que mais do que qualquer outro, quem abomina e pune nossos erros somos nós próprios. Aprendemos desde cedo na vida que quem erra ou pratica algo fora do aceitado como certo é punido, então desenvolvemos uma defesa própria interna para nos punir e policiar contra estes erros.

Esta manobra, porém, não é sem consequência, já que reprimir os erros significa reprimir a criatividade e o espírito de experimentar que é necessário para o desenvolvimento pessoal. E assim, limita-se a vontade de tentar novamente ou querer evoluir para melhorar e conseguir acertar.

Quais são as coisas que nossos erros podem trazer que podem nos melhorar?

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Um leopardo observando sua caça à distância

O ciclo OODA e a necessidade da Agilidade para vencer

O século 21 é o século da velocidade, ou pelo menos é o que se parece.

Com a velocidade das transmissões, da telecomunicação e do transporte aumentando, nada mais natural para o ser humano de hoje querer tudo para ontem. Esta velocidade, combinada com a ubiquidade dos nossos Best Friends Forever smartphones, é o símbolo da era digital. Sempre conectado, e recebendo tudo instantaneamente, claramente o mundo digital é resumido pela palavra “velocidade,” certo? Não exatamente.

Na minha opinião, a palavra mais importante é a agilidade. A razão é simples: ao passo que a velocidade nos ajuda a tomar decisões críticas, somente velocidade não é o suficiente para alcançar a meta. Para averiguar os resultados de uma decisão e corrigir os erros consistentemente para atingir nossas metas mais rápido, é necessário ser ágil, especificamente através do ciclo OODA.

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Jeito Pinguim Explicado #2 – Simples é melhor do que complexo

Mais um post da série Jeito Pinguim Explicado


O ser humano gosta de complicar. Quando se está aprendendo algo, procura-se os básicos, as explicações simples e o modo “Easy” do jogo. Porém, graças à nossa adaptação hedônica, perdemos a satisfação com a situação atual e eventualmente queremos aumentar a dificuldade, incrementar a receita e experimentar.

Isto é ótimo para aumentar os seus horizontes, diversificar as oportunidades e habilidades, mas a expansão rápida demais pode mais prejudicar do que ajudar. Ao expandir muito rápido e sem metas definidas perde-se foco, visão da meta e o esforço diluido com a falta de experiência passa a se traduzir em menor rendimento.

Infelizmente, uma busca simples na internet hoje em dia dá a impressão que você precisa ter nada menos que algumas 483734290592 habilidades ou fontes de renda diferente para conseguir alcançar o Graal da independência financeira. Vídeos com títulos como “VOCÊ PRECISA VER ISSO PRA ENRIQUECER,” “POR QUE VOCÊ NÃO ENRIQUECEU AINDA,” etc causam um sentimento de culpa por não estar aprendendo ou explorando o suficiente. Eu discordo.

É possível, sim, atingir a independência financeira de maneira simples, seguindo um plano altamente eficiente, e simplesmente aumentando as proporções e o esforço dedicado.

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