As cinco dimensões da riqueza

Quando se trata do seu objetivo de vida, muitos preferem escolher âmbitos e metas que tentam mais refletir um bom estilo de vida e tranquilidade com paz de espírito. Gostaria de viajar pelo mundo, dizem. Quero uma casa no campo e uma vida tranquila. Ter tempo para a minha família todos os dias. Ter a liberdade para fazer tudo aquilo que eu quiser sem precisar correr riscos ou fazer algum sacrifício. Quem pensa em dinheiro ou ser rico como objetivo de vida é tido como ganancioso ou mesquinho.

O que não fica explícito, porém, é que cada um destes objetivos precisa de dinheiro para acontecer. Nenhum deles poderia acontecer sem a pessoa necessariamente estar numa condição de Independência Financeira para realizá-los. E assim, revela-se a necessidade de ter riqueza como condição primária para a sua liberdade básica, mas esta liberdade não está simplesmente apenas no quesito financeiro.

Existem cinco dimensões distintas da riqueza que você precisa dominar para se tornar uma pessoa bem-sucedida e realmente conseguir alcançar seus objetivos de vida, quaisquer que estes sejam. Quando apenas algumas destas dimensões são cumpridas, o resultado é uma vida desbalanceada, onde o foco se encontra apenas em ganhar dinheiro e esquecer o resto da vida e não se atribui sentido no processo. O resultado é uma tendência a ser desencorajado e a depressão. Portanto, é importante manter sempre em mente estas dimensões quando falamos de riqueza. Ao invés de tratar o dinheiro como a coisa mais importante do mundo, as pessoas ricas entendem cada uma das dimensões da riqueza e as incorporam em suas vidas.

Explicarei mais sobre estas dimensões da riqueza neste post.

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Podcast do Pinguim: Harland David Sanders e o Sucesso nascido do Fracasso

Qual é a receita do sucesso para você?

Muitos diriam que é uma mistura de ambição, planejamento, disciplina e conhecimento, mas para mim não há nada tão importante no caminho para o sucesso quanto o seguinte ingrediente-chave: persistência.

É somente através da persistência que conseguimos levantar de novo depois de uma queda, decepção ou falha. É a persistência que transforma situações de fracasso em oportunidades para aprendizado e melhoria. E foi uma persistência incrível, sobre-humana, que permitiu que Harland David Sanders tornasse sua humilde receita de frango frito numa das maiores redes de fast-food do mundo.

Neste episódio, falo sobre a história incrível de fracasso de Sanders desde a infância até as mais de mil tentativas frustradas de vender sua receita a outros restaurantes, e como ele finalmente alcançou o sucesso – bem depois dos 60 anos de idade.

O que esta história fascinante pode lhe ensinar? Descubra neste episódio.

Veja mais sobre a história de Sanders neste post que publiquei anteriormente no blog.


Quais outras histórias de fracasso como a de Sanders você conhece? Compartilhe aqui nos comentários.

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Pinguim Investidor

Como está sendo a minha primeira crise na bolsa de valores?

Já estamos há alguns meses vendo uma tendência de queda grande na bolsa de valores que muitos estão chegando a classificar como uma crise generalizada por conta de ambos o Coronavírus e a queda do preço do barril de petróleo.

Assim, junto de muitos outros que começaram recentemente, estou passando pela minha primeira experiência de crise na bolsa. Como estou sobrevivendo em meio a esta fase de “fim dos tempos” financeiros? Entrei em pânico e vendi tudo?

Nada, não sou sardinha para isso. Mas também não posso fingir ser o homem de ferro e dizer que não estou nem um pouco abalado com o derreter da renda variável.

A verdade é que a minha distância geográfica da bolsa me ajudou a manter a calma, e a minha disciplina foi responsável a manter em curso o meu plano de investimentos principal: investir regularmente e acumular capital de renda passiva a longo prazo. E quando tenho esta dose extra de receio, gosto de me relembrar da importância de manter a disciplina para fazer aquilo que é sensato mesmo em tempos de medo.

Em tempos como estes, suas melhores armas são exatamente estas: DCA (dollar-cost averaging) e cash cow (renda passiva constante e previsível). Veja mais sobre o meu planejamento e opinião perante a esta crise neste vídeo.

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Bancos: ruim com eles, pior sem.

O despertar da educação financeira é um processo interessante. Primeiro vem a fase da feliz ignorância: dinheiro é um “a mais” na vida, você poupa o que consegue, e gasta a diferença em passivos e outras coisas supérfluas. Reserva de emergência é aquilo que tem em conta corrente, reze para que nunca seja necessário utlizá-la. Investimento é coisa de gente rica e sabe-se lá o que se passa por trás dos bastidores.

Em seguida, a pessoa acorda e descobre que existe mais para a vida do que ficar cegamente ganhando e torrando dinheiro. Eventualmente ela descobre que o banco na verdade não é o seu amigo ou uma entidade prestativa – muito pelo contrário, ele mais parece um vilão, o seu maior inimigo financeiro. Durante esta fase, abomina-se o banco e busca-se todas as alternativas de investimentos que não o envolve. Corretoras independentes, fintechs e o Tesouro Direto se tornam os novos campeões do recém-chegado ao mundo dos investimentos. Poupança e previdência nunca mais!

Esta a situação que a maioria dos iniciados na educação financeira se encontra. Com o passar do tempo, porém, uma coisa engraçada acontece: ao amadurecermos financeiramente e ganharmos experiência e visão de longo prazo, o banco volta a se tornar um companheiro e possível auxiliador das nossas finanças pessoais. Este ponto contraditório se torna claro quando começamos a enxergar o banco como simplesmente uma ferramenta que deve ser usada da maneira certa.

Sim, você ainda precisa usar o banco para determinadas situações, mesmo sendo indocrinado a nunca utilizá-lo como diz a maior parte da educação financeira.

Como você pode utilizar o banco como uma ferramenta para o seu próprio benefício, e como combiná-lo com as outras entidades do seu arsenal financeiro? Vejamos neste post.

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Podcast do Pinguim: quais os benefícios de parar de beber?

Em 2015, resolvi me enturmar com as pessoas no trabalho e comecei um hábito icônico da vida adulta: o happy hour. Foi o início de um hábito que me alavancou socialmente e me ajudou no networking da empresa, mas que vagarosamente começou a consumir meu tempo, saúde e dinheiro. Em 2016, o hábito destrutivo havia escalado para um nível onde eu passava mais noites bebendo do que sóbrio – chegando até a seis noites por semana.

Tudo mudou no fim daquele ano, quando quase que do dia para a noite parei de beber graças em parte à companhia da Sra. Pinguim. Minha saúde mental e física agradeceram imediatamente, mas a parte surpreendente aconteceu no âmbito pessoal e financeiro: parar de beber me trouxe de volta várias horas por dia e acabou me economizando milhares de reais em custo de oportunidade evitado. 

Veja como tudo isso foi possível a partir de uma simples mudança neste episódio.


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Pinguim Investidor

Como o mindset de abundância faz a diferença entre ficar rico ou pobre na vida

Você enxerga a vida como uma batalha por recursos escassos ou um oceano de abundância esperando apenas que alguém o extraia? Se você respondeu escasso, tenho más notícias para você.

O Mindset de Abundância é crucial para empreendedores e investidores porque é o requerimento para não só acreditar que enriquecer é possível, mas também enxergar oportunidades para enriquecer ao redor da vida.

A música de Frank Sinatra “Pennies from Heaven” ilustra bem este ponto quando ela diz:

You’ll find your fortune
Fallin’ all over town
Be sure that your umbrella is upside down

Como você enxerga a abundância na sua vida? Você acha que dinheiro é um recurso escasso ou que pode ter um fluxo virtualmente infinito se simplesmente tomar as decisões corretas? Escreva nos comentários.

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Como a Independência Financeira é possível para todos

Certa vez, estava na casa de um parente em Copacabana passando uma temporada quando seu ventilador de teto pifou de vez e parou de funcionar. Durante o verão carioca, isto pode ser afetar a sua sobrevivência num dia. Averiguando a situação, descobrimos que a infraestrutura precária e velha do prédio oferecia uma fiação precária e malfeita, e que dificultava muito a manutenção por uma pessoa leiga.

Procuramos por um eletricista que imediatamente se disponibilizou (era uma pessoa que já atendia a região) e veio averiguar o dano. Com sua experiência em atender a região, ele possuia experiência navegando a bagunça da fiação e conseguiu atender o pedido numa questão de no máximo dez minutos. Ventilador trocado e instalado, ele estendeu a mão para o pagamento: oitenta reais pelo trabalho.

No fim deste incidente, comecei a pensar comigo mesmo: como o cara consegue cobrar R$80 por um trabalho que ele mal leva dez minutos pra fazer? E enquanto eu ficava pensando sobre como ele era esperto e realmente conseguiu achar um nicho em meio às instalações malfeitas do bairro velho, outro insight me bateu: esta pessoa era a prova que qualquer um, com a devida educação financeira consegue atingir a independência financeira.

Sim, aquele faz-tudo da vizinhança que às vezes nem possuia treinamento formal como eletricista já possui um modelo operacional já poderia, com uma pitada de educação financeira, ser suficiente para garantir a sua vida futura como aposentado. E se até com estes recursos básicos é possível chegar ao FIRE, a sua situação pessoal também te torna capaz. Vejamos como neste post.

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Podcast do Pinguim: Estratégia vs Execução

Quantas vezes pensamos em alguma idéia para algum negócio próprio para justamente desistirmos e pensarmos que não vale a pena pois alguém em alguma época já pensou nela antes. Não adianta, pensamos, porque a idéia não é original.

Modo errado de se pensar. Embora idéias originais têm potencial para revolucionar, é na execução delas onde o dinheiro realmente é ganhado. Telas de toque existem desde os anos 80, mas sua popularidade apenas começou a decolar por conta da execução correta do iPhone em 2007. Aplicativos de carona existiram antes do Uber, mas o conceito apenas decolou com ele. Isto mostra quão importante é a execução na hora de se promover uma idéia.

Adicionalmente, a importância que a execução tem nos inspira a conseguir atingir novos patamares. Por exemplo, se tentamos uma idéia e falhamos pela primeira vez, podemos focar mais na execução na segunda para ter sucesso, e buscar sempre a melhoria. Saiba mais como neste episódio.

Anteriormente havia postado um artigo similar a este tema, veja mais neste post.


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Pinguim Investidor

O dinheiro como uma ilusão do valor: como encarar o dinheiro para usufruir dele ao máximo?

Quando ouço frases como “Não quero investir em ações porque é arriscado,” “a bolsa está caindo, não é uma boa hora para investir,” entendo que quem fala não compreende qual é o verdadeiro valor do dinheiro.

A verdadeira percepção de risco está naquilo que você entende ou não. Frequentemente quem não entende o funcionamento do mercado, suas oscilações e ciclos é o primeiro a chamá-lo de arriscado, quando existem outras formas de investimentos com riscos muito maiores e disfarçados. Saber tratar o dinheiro como uma ilusão auxilia na hora de lidar com a psicologia de investir. E, em casos de percepção de pânico na bolsa como o cenário atual com o coronavírus em fundo, ter esta percepção correta é mais importante do que nunca.

Mencionei este conceito anteriormente num outro post, onde abordei o conceito de volatilidade vs risco, e me aprofundo mais neste vídeo.


Como você faz para lidar com o impacto psicológico de investir? Já chegou a considerar o dinheiro como uma ilusão? Escreva nos comentários!

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Pinguim Investidor


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Fechamento Fevereiro 2020 – apertem os cintos!

Carnaval molhado, pânico na bolsa, ameaça do coronavírus e outras emoções grandes oscilaram Fevereiro deste ano bissexto. Será que é finalmente o fim dos tempos? Será que não teremos mais bons ventos financeiros, e que finalmente acabou o grande bull run iniciado no ano passado?

Independente dos acontecidos, estou mais otimista do que nunca quanto aos investimentos. A verdade é que o pânico no fim de Fevereiro deixou muitos abalados e aterrorizados, achando que seus patrimônios estão em risco quando a causa nem endêmica ao mercado brasileiro é. Mas e o Pinguim, saiu ileso em meio à carnificina toda?

A verdade é que não: como todo mundo investido, eu tive minhas perdas também. Mas ainda assim, não deixei que estas se tornassem razões para me abalar. Não foi prazeroso, como “rei da Bolsa” Luís Barsi afirmou, mas não é motivo para cair em depressão. De fato, eu passei esse período como qualquer outro na vida.

Vamos ver como me saí finaceiramente.

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