Pinguim Investidor atinge 100 inscritos!

Um marco histórico na carreira do Pinguim Investidor aconteceu: alcancei os meus primeiros 100 inscritos!

Pode não ser muito, pode não parecer significante, mas para mim é um marco importante. Ainda que eu esteja longe de ser um influencer de alguma forma, significa que a mensagem de educação financeira que eu promovo está ganhando força. E enquanto eu só tenho a comemorar mesmo a menor das vitórias aqui no canal, eu tenho uma mensagem para você: OBRIGADO.

Obrigado por suportar o canal e assistir meu conteúdo. É por pessoas como você que mantenho o conteúdo rolando a cada semana com mais coisas novas completamente gratuitas.

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Podcast do Pinguim: FOMO e seus efeitos destrutivos nos investimentos

Não há dúvidas que o conceito de FOMO (sigla em inglês para fear of missing out) é extremamente nocivo para o nosso bem-estar: sentimentos de perda de oportunidade, ansiedade montante e incerteza são constantes sob este efeito. Um bom estóico, porém, sabe aplicar a dicotomia do controle e assim enxerga como não há razão porque se preocupar com estas coisas sob as quais não temos controle nenhum.

Ainda assim, existe um outro ambiente onde FOMO rola solto, rampante e contagiante entre os participantes: a bolsa de valores. Ele explica porque o velho conceito de “sardinhagem,” movimentos de manada em tempos de extremidade (euforia ou pânico) e porque tantos apostam na “ação que é a próxima Magazine Luiza” ou “na Oi porque vai certamente vingar” quando a grande parte da evidência aponta que não dará certo..

Não saber lidar com o FOMO num âmbito pessoal pode parecer inofensivo à primeira vista, mas nos investimentos pode ser destrutivo. Neste episódio, mostro algumas formas que você pode eliminar este sentimento da sua rotina de investimentos.

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Fechamento Outubro 2020 – Esse mês foi mais Trick ou Treat?

Happy Halloween! Ou será que devemos dizer Feliz Dia Mundial da Poupança? Esta sim parece ser uma comemoração mais relevante às finanças!

Enfim, virou Novembro e fica aquela velha pergunta pairando no ar: será que esse mês foi mais “trick” ou “treat?” Os FIIs andaram meio esquisitos, incerteza com o futuro perante o COVID (casos se acentuando na Europa, lockdown voltando com curfew nas grandes cidades…) e não vamos esquecer da cereja do bolo da eleição junto do Tio Sam, cuja incerteza parece estar dando crise de ansiedade nos mercados ao redor do globo. Tudo que contribui para ajudar quem quer comprar mais barato e fortalecer o fluxo de caixa.

Ainda assim, o Pinguim teve um ótimo mês de Outubro, com temperaturas mais amenas chegando, oportunidade para voltar a estudar outras línguas e a velha linguagem de programação “C” – que forma a maioria dos sistemas operacionais modernos. Hobbies construtivos que poderão me ajudar profissionalmente no futuro. Raspberry Pi continua sendo desenvolvido como um servidor caseiro, e busco mais serviços para colocar nele a cada dia.

Vamos ver como me saí financeiramente.

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Estudo de caso – qual é o custo dos seus sonhos?

Alguns diriam que Carla representa bem a classe trabalhadora – ou deveríamos dizer “batalhadora?” – Brasileira. Esforçada, dedicada e eficiente, Carla já possuia a carteira assinada desde os seus 19 anos de idade, e já sabia o que significa “ralação” desde então. Dinheiro é bom, ela aprendeu, mas vem às custas de um esforço próprio, um salário remunerado para um bom trabalho.

Como muitos outros jovens assalariados, Carla buscava melhores oportunidades de trabalho e salários mais altos. Com isso, ao longo de sua carreira profissional, passou por vários empregos e cargos, passando por tantos momentos de abundância e escassez salarial. Infelizmente, por falta de conhecimento financeiro próprio, Carla sempre saía de cada uma dessas fases geralmente no zero-a-zero: o salário era suficiente para passar sem muito aperto, mas as economias eram apertadas, algumas vezes sem qualquer sobra no fim do mês. Situação relativamente normal, pensava, pois afinal todos que ela conhecia pareciam compartilhar a mesma rotina.

Alguns meses mais gordos, as economias eram mais fortes e, ao longo da carreira, Carla conseguiu realizar alguns dos seus desejos menores de curto prazo. Melhorias para a casa, salões e procedimentos estéticos, roupas e bens representaram algumas de suas pequenas vitórias ao longo da vida, que logo eram resumidos à rotina de voltar à caça do salário.

E assim se passaram algumas décadas, e eis que Carla fez uma retrospectiva aos seus quarenta e poucos anos, descobrindo que deveria ter alguma coisa de errado na sua vida. Como uma pessoa que trabalhou por tantos cargos e empregos na vida por algumas décadas ainda não consegue aos quarenta ter algum feito financeiro significante? Sem casa ou um carro? Nem reserva de emergência? Era preciso rever o que estava errado. Felizmente, sua história deu uma guinada neste ponto.

Numa série de estudos de material financeiro que incluíram o blog e o livro do Pinguim Investidor, Carla radicalmente transformou sua vida financeira, conseguindo – de acordo com suas próprias palavras – juntar dinheiro significante pela primeira vez na sua vida. Carla arranjou uma oportunidade de emprego extraordinária, e seu salário foi significante pela primeira vez na vida. O dinheiro fora economizado consistentemente, e investido no Tesouro Direto.

Ela saiu finalmente do seu buraco financeiro, mas ao olhar o horizonte, surgiu uma outra dúvida: o que fazer agora com todo este dinheiro? Qual seria um investimento melhor do que o Tesouro Selic?

Carla entrou em contato com o Pinguim Investidor com esta pergunta fresca, parcialmente motivada por conta da constante queda da taxa Selic que tornou o Tesouro Direto muito menos atrativo do que antes. Uma análise mais a fundo, porém, revelou outros aspectos: sentindo-se “rica” pela primeira vez na vida, Carla também gostaria de dar um outro passo e utilizar dos recursos para conseguir realizar seus outros sonhos que não conseguira realizar desde jovem.

Viagens, procedimentos, tratamentos… várias coisas que, combinadas com o avanço de sua idade, certamente não poderiam “esperar cinco anos” como rege a regra de ouro dos investimentos. Assim, sobra uma pergunta clássica, balanceando desejo e razão, orgulho e dever, ego e id: devo realizar meus sonhos ou garantir meu futuro? Existe algum investimento que poderá me ajudar neste caso?

Infelizmente, a resposta que tenho para Carla não será aquela que ela estár procurando.

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